Luz das runas – Joanne Harris

Luz das runas – Joanne Harris

Depois de cativar os leitores em Runas – A magia sempre sobrevive, a rebelde Maddy volta à cena em Luz das runas, o segundo volume da série. O que ela não sabe é que seu caminho está prestes a se cruzar com o de uma nova e audaciosa heroína, Maggie, que assim como ela carrega uma marca de runa – ou ruína – na pele. Órfã de mãe, Maddy é considerada a “ovelha negra” da família na pacata aldeia de Malbry, um lugar onde não é permitido sonhar ou contar histórias. Além de ser uma menina cheia de imaginação, Maddy possui um estranho sinal cor de ferrugem na palma da mão que dá a ela o estranho talento de se comunicar com criaturas mágicas. E embora os habitantes da aldeia prefiram ignorar a existência de qualquer tipo de ser encantado, Maddy decide lapidar seu raro dom com a ajuda do misterioso viajante Um Olho e aprender o poder das Runas da Antiga Escrita, símbolos sagrados ancestrais repletos de significados e poderes. Ao contrário de Maddy, e a quase mil quilômetros de distância dela, a jovem Maggie considera a marca de runa um motivo de vergonha, já que representa um símbolo dos Velhos Tempos, quando os mundos conhecidos eram governados pelos deuses da cidadela do céu, Asgard. Vivendo em mundos opostos, não há motivo aparente para que os caminhos de Maddy e Maggie se cruzem. Mas uma forte conexão entre elas fará com que as duas se unam numa jornada cheia de aventuras e perigos em Luz das runas.

Depois de cativar os leitores em Runas – A magia sempre sobrevive, a rebelde Maddy volta à cena em Luz das runas, o segundo volume da série. O que ela não sabe é que seu caminho está prestes a se cruzar com o de uma nova e audaciosa heroína, Maggie, que assim como ela carrega uma marca de runa – ou ruína – na pele. Órfã de mãe, Maddy é considerada a “ovelha negra” da família na pacata aldeia de Malbry, um lugar onde não é permitido sonhar ou contar histórias. Além de ser uma menina cheia de imaginação, Maddy possui um estranho sinal cor de ferrugem na palma da mão que dá a ela o estranho talento de se comunicar com criaturas mágicas. E embora os habitantes da aldeia prefiram ignorar a existência de qualquer tipo de ser encantado, Maddy decide lapidar seu raro dom com a ajuda do misterioso viajante Um Olho e aprender o poder das Runas da Antiga Escrita, símbolos sagrados ancestrais repletos de significados e poderes. Ao contrário de Maddy, e a quase mil quilômetros de distância dela, a jovem Maggie considera a marca de runa um motivo de vergonha, já que representa um símbolo dos Velhos Tempos, quando os mundos conhecidos eram governados pelos deuses da cidadela do céu, Asgard. Vivendo em mundos opostos, não há motivo aparente para que os caminhos de Maddy e Maggie se cruzem. Mas uma forte conexão entre elas fará com que as duas se unam numa jornada cheia de aventuras e perigos em Luz das runas.

 

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