Kull: Exílio da Atlântida – Robert E. Howard

Kull: Exílio da Atlântida – Robert E. Howard

Kull era um jovem bárbaro, nascido na Atlântida antes desta ter sido encoberta pelas aguas do mar. Abandonado pelos pais na floresta e criado por tigres, o menino viveu entre animais até que foi encontrado pela tribo do mar. Convivendo com os selvagens, ele atingiu a idade de se tornar um guerreiro. O velho feiticeiro da tribo declarou que o espírito do tigre seria seu símbolo e seu protetor. Dias depois, quando Kull e alguns companheiros chegavam de viagem à aldeia, o jovem atlante avistou uma multidão se preparando para queimar uma jovem. Revoltado ao saber que a nativa seria sacrificada por haver fugido com um pirata, e vendo que seria impossível salvá-la, ele a matou antes que o fogo tomasse seu corpo e a envolvesse num sofrimento insuportável. Considerado um traidor, todos se voltaram contra o rapaz, que mergulhou no mar e fugiu, sendo encontrado por piratas lemurianos. Escravizado pelos saqueadores, ele os serviu como remador, até que a caravela onde se encontrava ancorou próxima ao Reino de Valúsia, um dos países que compunham os chamados Sete Impérios. Fugindo da embarcação, ele foi capturado pelo valusianos e forçado a lutar na arena. Não demorou muito e, graças a sua força e coragem, Kull acabou se tornando um soldado, depois oficial até atingir o posto de comandante da Legião Negra, a tropa de elite do Rei Borna. Instigado por alguns nobres a assassinar o soberano para que o barão Kaanub assumisse o poder, Kull matou o monarca e decidiu ele mesmo usar a coroa real. Hoje Kull é um rei odiado por grande parte dos seu súditos, que o consideram um selvagem, indigno de governar um povo tão civilizado.

Kull era um jovem bárbaro, nascido na Atlântida antes desta ter sido encoberta pelas aguas do mar. Abandonado pelos pais na floresta e criado por tigres, o menino viveu entre animais até que foi encontrado pela tribo do mar. Convivendo com os selvagens, ele atingiu a idade de se tornar um guerreiro. O velho feiticeiro da tribo declarou que o espírito do tigre seria seu símbolo e seu protetor. Dias depois, quando Kull e alguns companheiros chegavam de viagem à aldeia, o jovem atlante avistou uma multidão se preparando para queimar uma jovem. Revoltado ao saber que a nativa seria sacrificada por haver fugido com um pirata, e vendo que seria impossível salvá-la, ele a matou antes que o fogo tomasse seu corpo e a envolvesse num sofrimento insuportável. Considerado um traidor, todos se voltaram contra o rapaz, que mergulhou no mar e fugiu, sendo encontrado por piratas lemurianos. Escravizado pelos saqueadores, ele os serviu como remador, até que a caravela onde se encontrava ancorou próxima ao Reino de Valúsia, um dos países que compunham os chamados Sete Impérios. Fugindo da embarcação, ele foi capturado pelo valusianos e forçado a lutar na arena. Não demorou muito e, graças a sua força e coragem, Kull acabou se tornando um soldado, depois oficial até atingir o posto de comandante da Legião Negra, a tropa de elite do Rei Borna. Instigado por alguns nobres a assassinar o soberano para que o barão Kaanub assumisse o poder, Kull matou o monarca e decidiu ele mesmo usar a coroa real. Hoje Kull é um rei odiado por grande parte dos seu súditos, que o consideram um selvagem, indigno de governar um povo tão civilizado.

 

20 comentários em “Kull: Exílio da Atlântida – Robert E. HowardAdicione o seu →

  1. Heee! Kull, Solomon Kane, Conan entre outras são obrar do Robert E. Howard que estão entre o suprasumo dos folhetins pulp.

    Sempre gostei dos quadrinhos e também dos livros. Recomendo fortemente para quem gosta do estilo.

  2. Obrigado! Kull dispensa apresentações. Tão bom quanto Conan! Suas aventuras são fantásticas! Só podia ser o mestre Robert E. Howard! Nota 10!

  3. Kull é legal, não é Conan, mas chega perto. eu sempre gostei mais do coadjuvante dele, o Brule – sempre achei uma ótima idéia que o Howard deixou passar: um picto (selvagem) civilizado e na corte de um rei!!! merecia ser personagem principal.

  4. Uau, que bacana: Amei primeiramente 'Conan, o Bárbaro', por causa do filme com Arnold Schwarzenegger… depois, descobri a vasta obra de Robert E. Howard e suas criações de fantasia pulp, as origens da moderna ficção fantástica que envolve feiticeiras, cavaleiros, bárbaros, dragões, etc.

    Maravilha! Obrigada!!!

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