Jeff em Veneza, Morte em Varanasi – Geoff Dyer

Jeff em Veneza, Morte em Varanasi – Geoff Dyer

Pontuado por meditações sobre o amor erótico e o anseio espiritual, Jeff em Veneza, morte em Varanasi confirma Geoff Dyer como um dos mais notáveis escritores da Grã-Bretanha. Em duas aventuras de viagem ele aborda o desejo em todas as suas manifestações: o desejo de sensações, de fuga e de se tornar outra pessoa, seja por meio do amor ou da arte, seja através do entorpecimento ou da transformação espiritual. O resultado é um livro repleto de alusões aos mitos sobre essas duas velhas cidades debruçadas sobre a água, que se tornaram ícones da arte ocidental e da religiosidade oriental. Na primeira narrativa, um jornalista inglês, Jeff Atman, vai a Veneza cobrir a Bienal de Arte. Ele não esperava conhecer uma irresistível galerista americana que transforma completamente seus dias na cidade, e o faz protagonista de um romance incandescente que provoca mudanças e revelações radicais. Já a segunda história traz um narrador misterioso, que pode ser ou não o mesmo Atman visto em Veneza, e que tem sua estada ampliada na Índia, para onde seguiu em uma missão jornalística. Mas o que seriam apenas alguns dias transformam-se em meses. Assim, entre turistas e peregrinos nas margens do rio Ganges, em Varanasi, a cidade mais sagrada da Índia, ele passa de ator a observador. Torna-se testemunha do romance de um casal de turistas e de episódios que refletem prazeres aos quais renunciaria. Com diversas referências a clássicos como Morte em Veneza, de Thomas Mann; O fio da navalha, de Somerset Maugham, e Venice Observed, de Mary McCarthy, foi saudado pela crítica como um livro divertido, elegante, sensual, engraçado, bem-construído e absolutamente fascinante.

 Jeff em Veneza, Morte em Varanasi - Geoff Dyer Geoff Dyer

Pontuado por meditações sobre o amor erótico e o anseio espiritual, Jeff em Veneza, morte em Varanasi confirma Geoff Dyer como um dos mais notáveis escritores da Grã-Bretanha. Em duas aventuras de viagem ele aborda o desejo em todas as suas manifestações: o desejo de sensações, de fuga e de se tornar outra pessoa, seja por meio do amor ou da arte, seja através do entorpecimento ou da transformação espiritual. O resultado é um livro repleto de alusões aos mitos sobre essas duas velhas cidades debruçadas sobre a água, que se tornaram ícones da arte ocidental e da religiosidade oriental. Na primeira narrativa, um jornalista inglês, Jeff Atman, vai a Veneza cobrir a Bienal de Arte. Ele não esperava conhecer uma irresistível galerista americana que transforma completamente seus dias na cidade, e o faz protagonista de um romance incandescente que provoca mudanças e revelações radicais. Já a segunda história traz um narrador misterioso, que pode ser ou não o mesmo Atman visto em Veneza, e que tem sua estada ampliada na Índia, para onde seguiu em uma missão jornalística. Mas o que seriam apenas alguns dias transformam-se em meses. Assim, entre turistas e peregrinos nas margens do rio Ganges, em Varanasi, a cidade mais sagrada da Índia, ele passa de ator a observador. Torna-se testemunha do romance de um casal de turistas e de episódios que refletem prazeres aos quais renunciaria. Com diversas referências a clássicos como Morte em Veneza, de Thomas Mann; O fio da navalha, de Somerset Maugham, e Venice Observed, de Mary McCarthy, foi saudado pela crítica como um livro divertido, elegante, sensual, engraçado, bem-construído e absolutamente fascinante.

 

 

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