HOUDINI: A extraordinária historia do mago que ganhava a vida escapando da morte – Eduardo Caamaño

HOUDINI: A extraordinária historia do mago que ganhava a vida escapando da morte – Eduardo Caamaño

Embora seja complicado definir um personagem tão complexo e extravagante como Harry Houdini, podemos descrevê-lo como a personificação do self-made man, conceito muito enraizado na cultura norte-americana e que define todo o indivíduo que consegue superar as dificuldades impostas por sua condição de vida através do próprio esforço, trabalho árduo e perseverança. Imigrante húngaro de origem judia, Erik Weisz desembarcou aos quatro anos de idade no porto de Nova York acompanhado de sua mãe, dos irmãos e com um par de maletas velhas e se misturaram a uma interminável corrente de imigrantes que cruzava o Atlântico fugindo da miséria e da perseguição. Diante de um inevitável e previsível destino pouco promissor, o jovem húngaro decidiu apostar todas as suas fichas no que acreditava ser sua verdadeira vocação: o mundo da magia e do escapismo. Adotou o nome artístico de Harry Houdini e começou uma carreira cativando o público com provas complicadíssimas e desafios surreais, como escapar de um caixão lacrado ou do interior de uma criatura marinha, de cujas entranhas conseguiu sair são e salvo. Tinha a obsessão de provar os próprios limites deixando-se aprisionar por correntes, cadeados e algemas e desafiando todas as formas de confinamento. Por quase três décadas tratou de escapar das mais arriscadas armadilhas, prisões, caixões, baús, sacos, jaulas e todo tipo de compartimentos, e se deixou submeter a dolorosas sessões de imobilização e afogamento, escapando sempre ileso. E o mais impressionante era o fato de nunca violar nem abrir as fechaduras que o aprisionavam. A quantidade de relatos sobre suas façanhas e tão impressionante que em alguns casos chegam a beirar o impensável.

Houdini foi um artista completo e um inovador incansável. Além das espetaculares habilidades como escapista, dominava perfeitamente a arte do ilusionismo cênico; foi um mestre da publicidade e soube aproveitar o poder emergente dos meios de comunicação promovendo o seu nome melhor do que nenhum outro artista da época. Também protagonizou filmes do cinema mudo, foi pioneiro da aviação, editor, escritor e se converteu e um ativo militante contra o movimento espírita após a inesperada morte de sua mãe — por quem era obcecado. Por meio de uma fascinante imersão na idade de ouro da magia, esta obra pretende se tornar a mais completa e moderna biografia publicada em português sobre o mago escapista mais influente da história contemporânea. O autor, que maneja uma documentação abundante e seletiva, explica detalhadamente os seus truques e desafios mais famosos, rompe os seus mitos mais comuns e faz um relato minucioso dos fatos que desencadearam a inesperada morte de Harry Houdini na noite de Halloween de 1926.

Embora seja complicado definir um personagem tão complexo e extravagante como Harry Houdini, podemos descrevê-lo como a personificação do self-made man, conceito muito enraizado na cultura norte-americana e que define todo o indivíduo que consegue superar as dificuldades impostas por sua condição de vida através do próprio esforço, trabalho árduo e perseverança. Imigrante húngaro de origem judia, Erik Weisz desembarcou aos quatro anos de idade no porto de Nova York acompanhado de sua mãe, dos irmãos e com um par de maletas velhas e se misturaram a uma interminável corrente de imigrantes que cruzava o Atlântico fugindo da miséria e da perseguição. Diante de um inevitável e previsível destino pouco promissor, o jovem húngaro decidiu apostar todas as suas fichas no que acreditava ser sua verdadeira vocação: o mundo da magia e do escapismo. Adotou o nome artístico de Harry Houdini e começou uma carreira cativando o público com provas complicadíssimas e desafios surreais, como escapar de um caixão lacrado ou do interior de uma criatura marinha, de cujas entranhas conseguiu sair são e salvo. Tinha a obsessão de provar os próprios limites deixando-se aprisionar por correntes, cadeados e algemas e desafiando todas as formas de confinamento. Por quase três décadas tratou de escapar das mais arriscadas armadilhas, prisões, caixões, baús, sacos, jaulas e todo tipo de compartimentos, e se deixou submeter a dolorosas sessões de imobilização e afogamento, escapando sempre ileso. E o mais impressionante era o fato de nunca violar nem abrir as fechaduras que o aprisionavam. A quantidade de relatos sobre suas façanhas e tão impressionante que em alguns casos chegam a beirar o impensável.

Houdini foi um artista completo e um inovador incansável. Além das espetaculares habilidades como escapista, dominava perfeitamente a arte do ilusionismo cênico; foi um mestre da publicidade e soube aproveitar o poder emergente dos meios de comunicação promovendo o seu nome melhor do que nenhum outro artista da época. Também protagonizou filmes do cinema mudo, foi pioneiro da aviação, editor, escritor e se converteu e um ativo militante contra o movimento espírita após a inesperada morte de sua mãe — por quem era obcecado. Por meio de uma fascinante imersão na idade de ouro da magia, esta obra pretende se tornar a mais completa e moderna biografia publicada em português sobre o mago escapista mais influente da história contemporânea. O autor, que maneja uma documentação abundante e seletiva, explica detalhadamente os seus truques e desafios mais famosos, rompe os seus mitos mais comuns e faz um relato minucioso dos fatos que desencadearam a inesperada morte de Harry Houdini na noite de Halloween de 1926.

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