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Grande Sertão: Veredas – João Guimarães Rosa

Livro fundamental da literatura brasileira, o romance GRANDE SERTÃO: VEREDAS, de João Guimarães Rosa, publicado em 1956, foi escolhido pela Folha de S. Paulo, pela revista Época e por várias associações internacionais como um dos 100 maiores livros da literatura universal do século XX.

“Viver é muito perigoso”, diz a todo momento o protagonista dessa história, Riobaldo, esse Fausto sertanejo. E é preciso mesmo uma boa dose de coragem para seguir nessa “travessia” rosiana, que, depois de vivenciada, é pura compensação e prazer.

“O senhor… Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou.”

Livro fundamental da literatura brasileira, o romance GRANDE SERTÃO: VEREDAS, de João Guimarães Rosa, publicado em 1956, foi escolhido pela Folha de S. Paulo, pela revista Época e por várias associações internacionais como um dos 100 maiores livros da literatura universal do século XX.

“Viver é muito perigoso”, diz a todo momento o protagonista dessa história, Riobaldo, esse Fausto sertanejo. E é preciso mesmo uma boa dose de coragem para seguir nessa “travessia” rosiana, que, depois de vivenciada, é pura compensação e prazer.

“O senhor… Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou.”

JOÃO GUIMARÃES ROSA nasceu em Cordisburgo, Minas Gerais, em 1908, e é um dos mais importantes escritores brasileiros de todos os tempos. Sua primeira obra foi Magma, um livro de poemas – publicado postumamente apenas em 1997 – com o qual obteve prêmio da Academia Brasileira de Letras. Estreou para o público, de fato, em 1946, com Sagarana, que se tornaria um marco em nossa literatura. Mas sua consagração definitiva viria dez anos depois com o romance Grande Sertão: Veredas. Eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1963, só tomaria posse m 1967, morrendo três dias depois.

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