Friday: A Mulher do Futuro – Robert A. Heinlein

Friday: A Mulher do Futuro – Robert A. Heinlein

Uma bela, sexy e fogosa andróide. Neste romance de Ficção Científica da autoria de Robert A. Heinlein explicita-se de uma forma clara o pensamento de Heinlein sobre vários assuntos contemporâneos e até sobre várias das suas obsessões pessoais. Friday é o nome de uma mulher biologicamente artificial, com faculdades acima das normais. Neste mundo do século XXII, seres humanos artificiais não mecânicos, mas biológicos, são criados ou para servirem como mercenários ou para servirem no mercado do sexo. E sem que tal seja considerado uma violação dos direitos humanos. Porque as PA (Pessoas Artificiais) não são consideradas criaturas humanas. Matar ou servir-se de uma PA não é considerado crime. Friday é criada em laboratório e educada numa creche (com aulas de sexo à mistura); mas em vez de ir parar num previsível destino de “Service Escort” ela é comprada por uma multinacional que a treina em artes marciais e depois lhe dá uma nova identidade: a de um ser humano normal e livre. Friday vê-se assim transformada em “correio”, encarregada de levar mensagens dos patrões da multinacional, mensagens que não deverão ser interceptadas por meios eletrônicos, para vários pontos da América e do Mundo. Um mundo dividido em 400 estados-nações territoriais e onde até os antigos E.U.A. estão agora balcanizados. Balcanizados em vários estados-nações territoriais. O mundo do romance “Friday” acaba por ser o pretexto ideal de seu escritor, Heinlein, para parodiar a América atual e para expor o que considera ser os já presentes sinais de decadência dos Estados Unidos. No livro “Friday” vê-se como Heinlein louva a inteligência e a competência e despreza a estupidez e a futilidade.

Uma bela, sexy e fogosa andróide. Neste romance de Ficção Científica da autoria de Robert A. Heinlein explicita-se de uma forma clara o pensamento de Heinlein sobre vários assuntos contemporâneos e até sobre várias das suas obsessões pessoais. Friday é o nome de uma mulher biologicamente artificial, com faculdades acima das normais. Neste mundo do século XXII, seres humanos artificiais não mecânicos, mas biológicos, são criados ou para servirem como mercenários ou para servirem no mercado do sexo. E sem que tal seja considerado uma violação dos direitos humanos. Porque as PA (Pessoas Artificiais) não são consideradas criaturas humanas. Matar ou servir-se de uma PA não é considerado crime. Friday é criada em laboratório e educada numa creche (com aulas de sexo à mistura); mas em vez de ir parar num previsível destino de “Service Escort” ela é comprada por uma multinacional que a treina em artes marciais e depois lhe dá uma nova identidade: a de um ser humano normal e livre. Friday vê-se assim transformada em “correio”, encarregada de levar mensagens dos patrões da multinacional, mensagens que não deverão ser interceptadas por meios eletrônicos, para vários pontos da América e do Mundo. Um mundo dividido em 400 estados-nações territoriais e onde até os antigos E.U.A. estão agora balcanizados. Balcanizados em vários estados-nações territoriais.

O mundo do romance “Friday” acaba por ser o pretexto ideal de seu escritor, Heinlein, para parodiar a América atual e para expor o que considera ser os já presentes sinais de decadência dos Estados Unidos. No livro “Friday” vê-se como Heinlein louva a inteligência e a competência e despreza a estupidez e a futilidade.

 

1 comentário em “Friday: A Mulher do Futuro – Robert A. HeinleinAdicione o seu →

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *