Freud: Mas por que tanto ódio? – Elisabeth Roudinesco

Freud: Mas por que tanto ódio? – Elisabeth Roudinesco

Em 2010, o filósofo francês Michel Onfray lançou na França o polêmico “Le crépuscule d’une idole”. Nas páginas Freud é tratado como impostor, homofóbico, incestuoso e fascista. Pouco tempo depois a psicanalista Elisabeth Roudinesco lançou sua resposta, apontando erros de apuração, fatos forjados e acusações maliciosas como a de que o mestre da psicanálise teria mantido um caso com a cunhada por quarenta anos. A autora ainda mostra como as acusações apresentadas não são novas, são boatos antigos criados por quem buscava apenas atrair as atenções da mídia. Para Roudinesco, tanto ódio, porém, tem justificativa: ninguém derruba uma série de mitos, como os relacionados ao sexo, sem pagar um alto preço por isso. Completando a edição estão ainda cinco artigos assinados por profissionais da área de história, filosofia e psiquiatria e uma entrevista publicada na revista “Le Nouvel Observateur”, em que ela esclarece os constantes ataques à psicanálise.

Em 2010, o filósofo francês Michel Onfray lançou na França o polêmico “Le crépuscule d’une idole”. Nas páginas Freud é tratado como impostor, homofóbico, incestuoso e fascista. Pouco tempo depois a psicanalista Elisabeth Roudinesco lançou sua resposta, apontando erros de apuração, fatos forjados e acusações maliciosas como a de que o mestre da psicanálise teria mantido um caso com a cunhada por quarenta anos. A autora ainda mostra como as acusações apresentadas não são novas, são boatos antigos criados por quem buscava apenas atrair as atenções da mídia. Para Roudinesco, tanto ódio, porém, tem justificativa: ninguém derruba uma série de mitos, como os relacionados ao sexo, sem pagar um alto preço por isso. Completando a edição estão ainda cinco artigos assinados por profissionais da área de história, filosofia e psiquiatria e uma entrevista publicada na revista “Le Nouvel Observateur”, em que ela esclarece os constantes ataques à psicanálise.

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