Fogo morto – José Lins do Rego

Fogo morto – José Lins do Rego

Fogo Morto, considerado a obra-prima do escritor, será lançado simultaneamente a Menino de Engenho. Esta nova edição apresenta textos, assinados por Carlos Drummond de Andrade, Mário de Andrade e pelo professor da USP, Benjamin Abdala Júnior. Publicado em 1943, o livro logo foi aclamado pela crítica, conferindo ao paraibano Zé Lins, um lugar único em nossa literatura. “Eu hoje vou saudar Fogo morto, gostei muitíssimo. Acho mesmo que o novo romance de Lins do Rego deixou em mim o ressaibo da obra-prima”, dispara Mario de Andrade. A temática do livro, que expõe as conseqüências sociais do fim do clico da cana, pode ser encontrada em outros livros do autor, mas é em Fogo Morto que a inovação narrativa aparece com mais força. Zé Lins criou três personagens que retratam a decadência e ao mesmo tempo a força para a superação: o mestre artesão José Amaro, o senhor de engenho Lula de Holanda e o capitão Vitorino Carneiro da Cunha. Os três possuem o orgulho como traço comum. Estes protagonistas, somados a um elenco de coadjuvantes igualmente memoráveis, compõem um amplo espectro da sociedade brasileira na transição entre a Escravatura e a Abolição.

Fogo Morto, considerado a obra-prima do escritor, será lançado simultaneamente a Menino de Engenho. Esta nova edição apresenta textos, assinados por Carlos Drummond de Andrade, Mário de Andrade e pelo professor da USP, Benjamin Abdala Júnior. Publicado em 1943, o livro logo foi aclamado pela crítica, conferindo ao paraibano Zé Lins, um lugar único em nossa literatura. “Eu hoje vou saudar Fogo morto, gostei muitíssimo. Acho mesmo que o novo romance de Lins do Rego deixou em mim o ressaibo da obra-prima”, dispara Mario de Andrade. A temática do livro, que expõe as conseqüências sociais do fim do clico da cana, pode ser encontrada em outros livros do autor, mas é em Fogo Morto que a inovação narrativa aparece com mais força. Zé Lins criou três personagens que retratam a decadência e ao mesmo tempo a força para a superação: o mestre artesão José Amaro, o senhor de engenho Lula de Holanda e o capitão Vitorino Carneiro da Cunha. Os três possuem o orgulho como traço comum. Estes protagonistas, somados a um elenco de coadjuvantes igualmente memoráveis, compõem um amplo espectro da sociedade brasileira na transição entre a Escravatura e a Abolição.

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