Fidel: O tirano mais amado do mundo – Humberto Fontova Humberto Fontova Fidel Castro

Fidel: O tirano mais amado do mundo – Humberto Fontova

Escrito pelo cientista político cubano-americano Humberto Fontova, Fidel – O tirano mais amado do mundo narra a verdadeira história da Revolução Cubana e de seu líder, Fidel Castro, através de depoimentos e relatos de pessoas que sobreviveram a La Revolución. Um manifesto que explica como e por que os Estados Unidos criaram o mito Fidel Castro, que até hoje é símbolo da luta pela igualdade e da defesa dos direitos humanos. Fontova mostra que Cuba – que já foi a 11ª nação com o maior padrão de vida do mundo – tem hoje uma realidade pior do que a do Haiti. Os cubanos vivem sob o domínio total do governo, sem direito a propriedades, ao simples direito de ir e vir, ao consumo livre e a liberdade de expressão. Para Fontova, Fidel e sua quadrilha destruíram a economia do país, tornando o país dependente financeiro das grandes potencias e um fiel escudeiro do narcotráfico internacional. Mas por que os Estados Unidos, a ONU, as celebridades politicamente corretas e os engajados sociais pelo mundo defendem esse homem como um grande governante? É possível condenar ditadores como Augusto Pinochet e Adolph Hitler e passar a mão na cabeça de um homicida como Fidel Castro? Cuba apoiar o Irã é apenas uma demonstração de diplomacia internacional? E em tudo isso, como ficam os direitos civis dos cubanos aprisionados em Cuba?

 Fidel: O tirano mais amado do mundo – Humberto Fontova Humberto Fontova Fidel Castro

Escrito pelo cientista político cubano-americano Humberto Fontova, Fidel – O tirano mais amado do mundo narra a verdadeira história da Revolução Cubana e de seu líder, Fidel Castro, através de depoimentos e relatos de pessoas que sobreviveram a La Revolución. Um manifesto que explica como e por que os Estados Unidos criaram o mito Fidel Castro, que até hoje é símbolo da luta pela igualdade e da defesa dos direitos humanos. Fontova mostra que Cuba – que já foi a 11ª nação com o maior padrão de vida do mundo – tem hoje uma realidade pior do que a do Haiti. Os cubanos vivem sob o domínio total do governo, sem direito a propriedades, ao simples direito de ir e vir, ao consumo livre e a liberdade de expressão. Para Fontova, Fidel e sua quadrilha destruíram a economia do país, tornando o país dependente financeiro das grandes potencias e um fiel escudeiro do narcotráfico internacional. Mas por que os Estados Unidos, a ONU, as celebridades politicamente corretas e os engajados sociais pelo mundo defendem esse homem como um grande governante? É possível condenar ditadores como Augusto Pinochet e Adolph Hitler e passar a mão na cabeça de um homicida como Fidel Castro? Cuba apoiar o Irã é apenas uma demonstração de diplomacia internacional? E em tudo isso, como ficam os direitos civis dos cubanos aprisionados em Cuba?

 

 

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