Eurípides – Volume 2: Teatro completo

Eurípides – Volume 2: Teatro completo

De Eurípides (séc. V a.C.), o último e o mais trágico dos três (com Ésquilo e Sófocles) grandes poetas trágicos de Atenas clássica, temos hoje dezoito tragédias e um drama satírico, além de numerosos fragmentos resgatados de citações e de papiros.

Em língua portuguesa, esta é a primeira tradução por um único tradutor de todo o Teatro Completo de Eurípides. “Completo” neste caso se diz das peças que nos chegaram integrais, a saber, o drama satírico O Ciclope e as tragédias Alceste, Medeia, Os Heraclidas, Hipólito, Andrômaca, Hécuba, As Suplicantes, Electra, Héracles, As Troianas, Ifigênia em Táurida, Íon, Helena, As Fenícias, Orestes, As Bacas, Ifigênia em Áulida e Reso.

A presente tradução se diz metódica pela coerência de seus procedimentos, rigorosa ao observar e conservar as demarcações léxicas do imaginário mítico e assim contemplar com uma visão totalizante o sistema de imagens descritivas das noções míticas de “Deus(es)” e de seus correlatos. A presente tradução se diz sistemática por transpor as imagens, as noções e as reiterações e inter-referências das figurações mitopoéticas, transpondo assim também o movimento próprio ao pensamento mítico e político de Eurípides.

A presente tradução incorpora — com tanto rigor quanto possível — a índole do português falado no Brasil, em busca da compreensão — tão imediata quanto possível — dos versos traduzidos. A ironia trágica nos contempla justamente no horizonte dessa equivalência entre o imediato e o possível.

A presente tradução segue o texto de J. Diggle — Euripidis Fabulae (Oxford, 3 v., 1981, 1984, 1994) e onde este é lacunar, recorremos a restaurações propostas por outros editores, cujos nomes se assinalam à margem direita do verso traduzido.

De Eurípides (séc. V a.C.), o último e o mais trágico dos três (com Ésquilo e Sófocles) grandes poetas trágicos de Atenas clássica, temos hoje dezoito tragédias e um drama satírico, além de numerosos fragmentos resgatados de citações e de papiros.

Em língua portuguesa, esta é a primeira tradução por um único tradutor de todo o Teatro Completo de Eurípides. “Completo” neste caso se diz das peças que nos chegaram integrais, a saber, o drama satírico O Ciclope e as tragédias Alceste, Medeia, Os Heraclidas, Hipólito, Andrômaca, Hécuba, As Suplicantes, Electra, Héracles, As Troianas, Ifigênia em Táurida, Íon, Helena, As Fenícias, Orestes, As Bacas, Ifigênia em Áulida e Reso.

A presente tradução se diz metódica pela coerência de seus procedimentos, rigorosa ao observar e conservar as demarcações léxicas do imaginário mítico e assim contemplar com uma visão totalizante o sistema de imagens descritivas das noções míticas de “Deus(es)” e de seus correlatos. A presente tradução se diz sistemática por transpor as imagens, as noções e as reiterações e inter-referências das figurações mitopoéticas, transpondo assim também o movimento próprio ao pensamento mítico e político de Eurípides.

A presente tradução incorpora — com tanto rigor quanto possível — a índole do português falado no Brasil, em busca da compreensão — tão imediata quanto possível — dos versos traduzidos. A ironia trágica nos contempla justamente no horizonte dessa equivalência entre o imediato e o possível.

A presente tradução segue o texto de J. Diggle — Euripidis Fabulae (Oxford, 3 v., 1981, 1984, 1994) e onde este é lacunar, recorremos a restaurações propostas por outros editores, cujos nomes se assinalam à margem direita do verso traduzido.

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