Eu, Judas – Taylor Caldwell, Jess Stearn

Eu, Judas – Taylor Caldwell, Jess Stearn

Judas Iscariote, o arquétipo do traidor, considerado através dos séculos o mais abominável dos vilões, é encarado por Taylor Caldwell e Jess Stearn por uma perspectiva completamente nova e revolucionária. Em Eu, Judas, os autores em realidade criaram um novo evangelho: permitiram que Judas falasse por si e revelasse suas causas e motivações. “… eu queria ver Jesus desafiado, para poder enfrentar os romanos e triunfar sobre eles, e no entanto eu não tinha desejo algum de ser traidor, mesmo inocentemente.” Com essas palavras procurou justificar-se.
Neste livro, Judas se diz traído, e não traidor, tanto pelos romanos como pelo Sinédrio Judaico, que prometeram que Jesus — se fosse submetido a julgamento — seria absolvido de todas as acusações formuladas contra Ele. Judas acreditava na divindade do Mestre, professava-lhe amor e n’Ele via o Rei dos Judeus, que viera ao mundo para libertar Israel de seus inimigos, levá-lo a derrotar as “setenta nações”.
Apesar da intenção de apresentar, nesta obra, uma retificação dos atos cometidos por Judas Iscariote, os autores não desfiguram o seu caráter e personalidade como os registra a história bíblica, e nos oferecem um livro de absorvente leitura, que não apenas cativa a imaginação dos leitores especialmente interessados na tradição bíblica como fascina todos os que apreciam uma grande saga de suspense.
Para os leitores perfeitamente versados em História Sagrada, o livro terá um valor único por sua interpretação inovadora e ficarão empolgados com a maneira como Judas discorre sobre o episódio bíblico que viveu.

Judas Iscariote, o arquétipo do traidor, considerado através dos séculos o mais abominável dos vilões, é encarado por Taylor Caldwell e Jess Stearn por uma perspectiva completamente nova e revolucionária. Em Eu, Judas, os autores em realidade criaram um novo evangelho: permitiram que Judas falasse por si e revelasse suas causas e motivações. “… eu queria ver Jesus desafiado, para poder enfrentar os romanos e triunfar sobre eles, e no entanto eu não tinha desejo algum de ser traidor, mesmo inocentemente.” Com essas palavras procurou justificar-se.
Neste livro, Judas se diz traído, e não traidor, tanto pelos romanos como pelo Sinédrio Judaico, que prometeram que Jesus — se fosse submetido a julgamento — seria absolvido de todas as acusações formuladas contra Ele. Judas acreditava na divindade do Mestre, professava-lhe amor e n’Ele via o Rei dos Judeus, que viera ao mundo para libertar Israel de seus inimigos, levá-lo a derrotar as “setenta nações”.
Apesar da intenção de apresentar, nesta obra, uma retificação dos atos cometidos por Judas Iscariote, os autores não desfiguram o seu caráter e personalidade como os registra a história bíblica, e nos oferecem um livro de absorvente leitura, que não apenas cativa a imaginação dos leitores especialmente interessados na tradição bíblica como fascina todos os que apreciam uma grande saga de suspense.
Para os leitores perfeitamente versados em História Sagrada, o livro terá um valor único por sua interpretação inovadora e ficarão empolgados com a maneira como Judas discorre sobre o episódio bíblico que viveu.
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