Espumas Flutuantes – Castro Alves

Espumas Flutuantes – Castro Alves

Espumas Flutuantes foi o único livro de Castro Alves publicado em vida. Doente, sabendo que a morte estava próxima, organizou seus poemas que não pertenciam ao tema da escravidão e publicou-os em 1870. O livro reúne 53 textos, entre eles versões de poesias de autores como o francês Victor Hugo e o inglês Lord Byron.

Nesta obra, as características de Os Escravos também estão presentes: as imagens e a menção a elementos grandiloqüentes da natureza (como mar, céu, tufão, sol), a presença abundante de recursos retóricos (largo uso de reticências e exclamações e figuras de linguagem como antíteses, hipérbatos, anáfora e apóstrofe). Enquanto no outro predomina a poesia de cunho social, aqui o principal tema é o amor. Ao retratá-lo, Castro Alves segue caminhos diferentes dos poetas das gerações anteriores: em vez do amor espiritualizado de Gonçalves Dias ou do onírico de Álvares de Azevedo, retrata suas musas com sensualidade quase erótica, em cenas em que demonstra maturidade no trato do feminino.

 Espumas Flutuantes – Castro Alves Castro Alves

 Espumas Flutuantes – Castro Alves Castro Alves   Espumas Flutuantes foi o único livro de Castro Alves publicado em vida. Doente, sabendo que a morte estava próxima, organizou seus poemas que não pertenciam ao tema da escravidão e publicou-os em 1870. O livro reúne 53 textos, entre eles versões de poesias de autores como o francês Victor Hugo e o inglês Lord Byron.

Nesta obra, as características de Os Escravos também estão presentes: as imagens e a menção a elementos grandiloqüentes da natureza (como mar, céu, tufão, sol), a presença abundante de recursos retóricos (largo uso de reticências e exclamações e figuras de linguagem como antíteses, hipérbatos, anáfora e apóstrofe). Enquanto no outro predomina a poesia de cunho social, aqui o principal tema é o amor. Ao retratá-lo, Castro Alves segue caminhos diferentes dos poetas das gerações anteriores: em vez do amor espiritualizado de Gonçalves Dias ou do onírico de Álvares de Azevedo, retrata suas musas com sensualidade quase erótica, em cenas em que demonstra maturidade no trato do feminino.

 

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