Enterro sem Defunto – Daniel Barros

Enterro sem Defunto – Daniel Barros

O mais novo livro de Daniel Barros está repleto de mistério, romance e ação. Ao contar uma história de ficção, mas dentro de vários contextos da vida real, o leitor muitas vezes poderá se imaginar no contexto da trama.

A história de dois jovens, André e Patrícia, acaba por narrar um período importante e significativo da cidade de Maceió. O Sorriso da Cachorra é uma novela de amor e sexo, mas tem como pano de fundo acontecimentos sociais e políticos muito caros ao Autor que, à maneira de Jorge de Lima, Graciliano Ramos, Ledo Ivo, não deixa de mostrar os dois lados de uma mesma moeda. Seus personagens, geralmente alunos universitários e funcionários públicos, transitam com certo embaraço e de antenas ligadas pelas ruas, casas noturnas, salas de aula e praias, próximas ou distantes, pois “sentem” que o “inimigo” está sempre à espreita.

Toda a narrativa de O Sorriso da Cachorra tem como fonte inspiradora a paixão da juventude que tudo diminui e torna insuficiente, até mesmo a pessoa amada. É preciso mais, muito mais! Tanto que o personagem André, apesar do fascínio por Patrícia, apesar de sua sincera devoção, não é capaz de resistir as oportunidades sexuais oferecidas fortuitamente. Tudo graças a seu transbordante libido e seu declarado poder de sedução. Mas não é só na relação sexual que se manifesta esse romantismo apaixonado – pleonasmo necessário para evidenciar a opção conteudística do livro – mas também na relação política, como se o nascedouro das expressões daquela vida não jorrasse outro sentimento.

O mais novo livro de Daniel Barros está repleto de mistério, romance e ação. Ao contar uma história de ficção, mas dentro de vários contextos da vida real, o leitor muitas vezes poderá se imaginar no contexto da trama.

A história de dois jovens, André e Patrícia, acaba por narrar um período importante e significativo da cidade de Maceió. O Sorriso da Cachorra é uma novela de amor e sexo, mas tem como pano de fundo acontecimentos sociais e políticos muito caros ao Autor que, à maneira de Jorge de Lima, Graciliano Ramos, Ledo Ivo, não deixa de mostrar os dois lados de uma mesma moeda. Seus personagens, geralmente alunos universitários e funcionários públicos, transitam com certo embaraço e de antenas ligadas pelas ruas, casas noturnas, salas de aula e praias, próximas ou distantes, pois “sentem” que o “inimigo” está sempre à espreita.

Toda a narrativa de O Sorriso da Cachorra tem como fonte inspiradora a paixão da juventude que tudo diminui e torna insuficiente, até mesmo a pessoa amada. É preciso mais, muito mais! Tanto que o personagem André, apesar do fascínio por Patrícia, apesar de sua sincera devoção, não é capaz de resistir as oportunidades sexuais oferecidas fortuitamente. Tudo graças a seu transbordante libido e seu declarado poder de sedução. Mas não é só na relação sexual que se manifesta esse romantismo apaixonado – pleonasmo necessário para evidenciar a opção conteudística do livro – mas também na relação política, como se o nascedouro das expressões daquela vida não jorrasse outro sentimento.

1 comentário em “Enterro sem Defunto – Daniel BarrosAdicione o seu →

  1. Esse resumo é de outro livro: O sorriso da cachorra. Segue do livro postado.

    Quantas voltas uma vida pode dar antes que alguém encontre o seu destino? E se pode chamar de Destino a injustiça que se interpõe entre a felicidade de duas pessoas?
    Depois do sucesso de seu livro de estreia – O Sorriso da Cachorra –, Daniel Barros expande agora o universo das relações humanas e nos brinda com este eletrizante romance policial. Seguindo uma estética não-linear, que simula o real funcionamento da mente humana, presente e passado se mesclam e interpenetram todo tempo e lançam sobre o leitor, sem qualquer pudor, perguntas que perpassam desde o universo privado da sexualidade de um casal apaixonado até a complexa realidade jurídica de um país lentamente corroído pelo tráfico de drogas e pela corrupção.
    Quem é o policial que caminha nas ruas e tenta honestamente reprimir o tráfico de drogas? Uma mera engrenagem na máquina judicial ou um ser humano que passa por cima do mais básico dos instintos – o de sobrevivência – para realizar seu trabalho? E quem é Alcides? Um personagem irreal ou uma síntese de todos aqueles policiais que Daniel Barros conheceu ao longo de sua vida? Quem é Catarina? Uma promotora ficcional ou a síntese do moderno conflito entre vida pessoal e vida profissional que permeia o cotidiano das mulheres?
    Partindo da premissa de que o óbvio nem sempre é aquilo que está explicitado, tente você, leitor, responder a estas e a outras perguntas que este livro te fará.

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