Doze Contos Peregrinos – Gabriel García Márquez

Doze Contos Peregrinos – Gabriel García Márquez

As histórias reunidas neste volume – escritas, perdidas e reescritas ao longo de 18 anos entre a década 70 e 80 – têm como tema comum a presença de latino-americanos espremidos pela solidão numa Europa hostil, indiferente, inóspita.

E para contar essas histórias Gabo faz uso de seu tão elogiado e comentado “realismo fantástico” e nos presenteia com descrições incríveis dos ambientes, da personalidade dos personagens, das situações por eles vividas, dos
cheiros, etc. São narrativas, realmente, envolventes, que não se parecem contos por passar a impressão de que são histórias maiores. Mas não, os contos que poderiam ter 250 páginas, cabem em 25, sem dano algum à narrativa e sem cansar o leitor.

As histórias reunidas neste volume – escritas, perdidas e reescritas ao longo de 18 anos entre a década 70 e 80 – têm como tema comum a presença de latino-americanos espremidos pela solidão numa Europa hostil, indiferente, inóspita. 

E para contar essas histórias Gabo faz uso de seu tão elogiado e comentado “realismo fantástico” e nos presenteia com descrições incríveis dos ambientes, da personalidade dos personagens, das situações por eles vividas, dos 
cheiros, etc. São narrativas, realmente, envolventes, que não se parecem contos por passar a impressão de que são histórias maiores. Mas não, os contos que poderiam ter 250 páginas, cabem em 25, sem dano algum à narrativa e sem cansar o leitor.

Os contos:

  • Boa viagem, senhor presidente
  • A santa
  • O avião da Bela Adormecida
  • Me alugo para sonhar
  • “Só vim telefonar”
  • Assombrações de agosto
  • Maria dos Prazeres
  • Dezessete ingleses envenenados
  • Tramontana
  • O verão feliz da senhora Forbes
  • A luz é como a água
  • O rastro do teu sangue na neve

 

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