Desenhos – Sylvia Plath

Desenhos – Sylvia Plath

“Desenhos” revela uma faceta, menos conhecida, de Sylvia Plath (1932-1963). “Desenhar me dá uma sensação de paz tão grande; mais do que a oração, os passeios, qualquer coisa. Consigo fechar-me totalmente na linha, perder-me nela” afirma a poeta em carta ao marido Ted Hughes (1930-1998).O lançamento da Biblioteca Azul expõe aos leitores imagens que integravam a coleção particular do viúvo, que a colocou aos cuidados dos filhos um pouco antes de morrer, em 1998. A edição reúne desenhos e esboços feitos entre 1956 e 1957 acompanhados de cartas nas quais Plath comenta as imagens. A tradução é da poeta portuguesa Matilde Campilho.Os desenhos de Plath retratam objetos, cenas e paisagens com linhas delicadas e riqueza de detalhes, produzidas por uma observadora atenta. “Por mais que a poesia fosse o maior de seus objetivos, a arte sempre foi um elemento importante na vida de minha mãe” afirma Frieda Hughes no texto que abre a edição. O trabalho de pintores como Henri Rousseau, De Chirico e Paul Klee inspiravam Plath e foram mencionados em seus poemas.A maioria das imagens foi produzida em Cambrigde, quando a escritora frequentava a Newnham College, e durante a lua-de-mel de Sylvia e Ted na França e na Espanha. Há ainda uma série feita nos EUA, enquanto o casal viveu e lecionou em Massachusetts. Além de expor a delicadeza das linhas de Plath, “Desenhos” compila cartas um período especialmente feliz da vida da poeta, na qual Sylvia se mostra apaixonada, inspirada e produzindo.Os leitores poderão se surpreender com desenhos que ressaltam a beleza de garrafas, pares de sapatos, chaleiras ou de cenas cotidianas. Além de desvelar um pouco mais sobre Sylvia Plath como artista, o livro apresenta uma correspondente alegre e entusiasmada, contradizendo o estereótipo trágico associado a pessoas que cometeram suicídio.

“Desenhos” revela uma faceta, menos conhecida, de Sylvia Plath (1932-1963). “Desenhar me dá uma sensação de paz tão grande; mais do que a oração, os passeios, qualquer coisa. Consigo fechar-me totalmente na linha, perder-me nela” afirma a poeta em carta ao marido Ted Hughes (1930-1998).O lançamento da Biblioteca Azul expõe aos leitores imagens que integravam a coleção particular do viúvo, que a colocou aos cuidados dos filhos um pouco antes de morrer, em 1998. A edição reúne desenhos e esboços feitos entre 1956 e 1957 acompanhados de cartas nas quais Plath comenta as imagens. A tradução é da poeta portuguesa Matilde Campilho.Os desenhos de Plath retratam objetos, cenas e paisagens com linhas delicadas e riqueza de detalhes, produzidas por uma observadora atenta. “Por mais que a poesia fosse o maior de seus objetivos, a arte sempre foi um elemento importante na vida de minha mãe” afirma Frieda Hughes no texto que abre a edição. O trabalho de pintores como Henri Rousseau, De Chirico e Paul Klee inspiravam Plath e foram mencionados em seus poemas.A maioria das imagens foi produzida em Cambrigde, quando a escritora frequentava a Newnham College, e durante a lua-de-mel de Sylvia e Ted na França e na Espanha. Há ainda uma série feita nos EUA, enquanto o casal viveu e lecionou em Massachusetts. Além de expor a delicadeza das linhas de Plath, “Desenhos” compila cartas um período especialmente feliz da vida da poeta, na qual Sylvia se mostra apaixonada, inspirada e produzindo.Os leitores poderão se surpreender com desenhos que ressaltam a beleza de garrafas, pares de sapatos, chaleiras ou de cenas cotidianas. Além de desvelar um pouco mais sobre Sylvia Plath como artista, o livro apresenta uma correspondente alegre e entusiasmada, contradizendo o estereótipo trágico associado a pessoas que cometeram suicídio.

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