Declaração dos direitos da mulher e da cidadã – Olympe de Gouges

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Vítima do seu século, das suas tomadas de posição contra as derivas da Revolução, Olympe de Gouges é guilhotinada a 3 de Novembro de 1793. Alguns dias depois, a imprensa revolucionária francesa acentua a carga: «Quis ser homem de Estado e parece que a lei puniu esta conspiradora por ter esquecido as virtudes que convêm ao seu sexo.» Subindo ao cadafalso, Olympe de Gouges grita à multidão reunida à volta da guilhotina: «Filhos da pátria, vingareis a minha morte!»

Em cada ano, desde 10 de Dezembro de 1948, o mundo celebra a adopção da Declaração Universal dos Direitos Humanos pela Assembleia-geral das Nações Unidas. (…) A Nova Delphi decidiu publicar a versão portuguesa da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã, de Olympe de Gouges, consagrando o segundo número da sua colecção de nome evocador de Pallas Athenas, e este dia de aniversário para o seu lançamento. (…) Não se trata somente de celebrar uma personagem, durante muito tempo ignorada, mas também de considerar o que, no pensamento de Olympe de Gouges, se mantém actual: igualdade das mulheres/igualdade dos sexos, não-violência, justiça social, denúncia da escravatura e do racismo, defesa das minorias…

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