Damas de copas – Cecilia Costa

Damas de copas – Cecilia Costa

Ipanema, início dos anos 1980. Um bairro cuja ressaca pós-ditadura e euforia da volta dos exilados uniu quatro mulheres num sobrado onde mentes políticas ou não, corpos apolíneos ou não, amores corretos ou não se encontravam em festas dionisíacas, quartos devassados por sonhos, seduções e cartas lascivas, dias e noites de alegrias e angústias , paixões e mortes.

DAMAS DE COPAS – romance de estréia de Cecília Costa, editora do suplemento Prosa &Verso; do jornal O Globo – acompanha a vida de quatro amigas em torno dos 30 anos. Mulheres libertárias vivendo uma precária domesticidade. Entre as paredes de um cinqüentenário sobrado, elas potencializam experiências femininas, embriagam-se nos vapores da liberdade e trocam de amantes – a maioria casados – com um ingênuo despudor. Mas o forte de DAMAS DE COPAS é a voz da narradora, uma voz feminina repleta de amor, dissabores e desilusão.

Em DAMAS DE COPAS nada é sugerido. Os sonhos e ilusões são expostos num fluxo desvairado de histórias que carregam histórias. Ficções que dialogam entre si. Marta, a narradora, é jornalista, mas prefere escrever poemas, brincar com as palavras. Beth vive sob o espectro da própria loucura. Carla traz em torno de si um ar de curioso alheamento, um desligamento da realidade. Maria é a ouvinte dos segredos e idiossincrasias.

As quatro constróem uma nova estrutura familiar sem os laços consangüíneos. Carla fica ao largo do triângulo central formado por Marta, Maria e Beth. Doce, Maria é, para Marta, a própria beleza, apesar do defeito físico – resultado da luta armada. Amarga, a ex-militante Beth é, para Marta, a própria aridez. Juntas elas transpiram suas personalidades paradoxais.

Ipanema, início dos anos 1980. Um bairro cuja ressaca pós-ditadura e euforia da volta dos exilados uniu quatro mulheres num sobrado onde mentes políticas ou não, corpos apolíneos ou não, amores corretos ou não se encontravam em festas dionisíacas, quartos devassados por sonhos, seduções e cartas lascivas, dias e noites de alegrias e angústias , paixões e mortes.

DAMAS DE COPAS – romance de estréia de Cecília Costa, editora do suplemento Prosa &Verso; do jornal O Globo – acompanha a vida de quatro amigas em torno dos 30 anos. Mulheres libertárias vivendo uma precária domesticidade. Entre as paredes de um cinqüentenário sobrado, elas potencializam experiências femininas, embriagam-se nos vapores da liberdade e trocam de amantes – a maioria casados – com um ingênuo despudor. Mas o forte de DAMAS DE COPAS é a voz da narradora, uma voz feminina repleta de amor, dissabores e desilusão.

Em DAMAS DE COPAS nada é sugerido. Os sonhos e ilusões são expostos num fluxo desvairado de histórias que carregam histórias. Ficções que dialogam entre si. Marta, a narradora, é jornalista, mas prefere escrever poemas, brincar com as palavras. Beth vive sob o espectro da própria loucura. Carla traz em torno de si um ar de curioso alheamento, um desligamento da realidade. Maria é a ouvinte dos segredos e idiossincrasias.

As quatro constróem uma nova estrutura familiar sem os laços consangüíneos. Carla fica ao largo do triângulo central formado por Marta, Maria e Beth. Doce, Maria é, para Marta, a própria beleza, apesar do defeito físico – resultado da luta armada. Amarga, a ex-militante Beth é, para Marta, a própria aridez. Juntas elas transpiram suas personalidades paradoxais.

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