Damarpada – Fernando Cacciatore de Garcia

Damarpada – Fernando Cacciatore de Garcia

Após abandonar a rica propriedade paterna e sair em busca da verdade sobre o sofrimento humano, Sidarta Gáutama (aproximadamente 563-483 a.C.) atingiu a Iluminação, em 528 a.C. Conseguira despir-se de todo desejo, todo ódio e toda ilusão, tornando-se o Desperto. Decidiu então partilhar o conhecimento que adquirira sobre os mistérios da existência humana (o nascimento e a morte, a doença, a velhice e o sofrimento) e em várias ocasiões proferiu os versos de Darmapada.

Principal e mais difundida obra do cânone budista, o Darmapada (ou “Versículos do darma”, ou ainda “A doutrina budista em versos”) é, portanto, uma coleção de aforismos éticos e morais. Preservados primeiramente de forma oral, foram registrados por escrito no século I, no Ceilão (atual Sri Lanka). Suas 423 estrofes ensinam como as pessoas devem se comportar e relacionar-se umas com as outras de forma a atingir o Nirvana. A presente tradução é a primeira versão para o português a ser feita diretamente do páli – forma popular do sânscrito – e mantém, ao mesmo tempo, o lirismo e a simplicidade dos ensinamentos de Buda.

Após abandonar a rica propriedade paterna e sair em busca da verdade sobre o sofrimento humano, Sidarta Gáutama (aproximadamente 563-483 a.C.) atingiu a Iluminação, em 528 a.C. Conseguira despir-se de todo desejo, todo ódio e toda ilusão, tornando-se o Desperto. Decidiu então partilhar o conhecimento que adquirira sobre os mistérios da existência humana (o nascimento e a morte, a doença, a velhice e o sofrimento) e em várias ocasiões proferiu os versos de Darmapada.

Principal e mais difundida obra do cânone budista, o Darmapada (ou “Versículos do darma”, ou ainda “A doutrina budista em versos”) é, portanto, uma coleção de aforismos éticos e morais. Preservados primeiramente de forma oral, foram registrados por escrito no século I, no Ceilão (atual Sri Lanka). Suas 423 estrofes ensinam como as pessoas devem se comportar e relacionar-se umas com as outras de forma a atingir o Nirvana. A presente tradução é a primeira versão para o português a ser feita diretamente do páli – forma popular do sânscrito – e mantém, ao mesmo tempo, o lirismo e a simplicidade dos ensinamentos de Buda.

 

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