Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons – Gregório de Matos

Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons – Gregório de Matos

A poesia de Gregório de Matos – lírica, sacra, burlesca, erótica e satírica — está profundamente enraizada na realidade brasileira, especialmente em suas duas últimas vertentes, a erótica e satírica, que documentam os costumes e a vida moral, social e política da capital da colônia. Padres, freiras, militares, funcionários do governo, comerciantes, proprietários de terra, nobres, judeus, aventureiros, escravos e índios são personagens do vasto painel composto pelo poeta, que tratava sua terra tal como era: “O demo a viver se exponha, / por mais que a fama a exalta, / numa cidade onde falta / verdade, honra, vergonha.” Percorre sua obra, como a vida, a conciliação de contrários própria do barroco, transportada da religiosidade católica para o domínio das forças da natureza e do paganismo

Gregório de Matos é considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período colonial.

 Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons – Gregório de Matos Gregório de Matos

 Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons – Gregório de Matos Gregório de Matos   A poesia de Gregório de Matos – lírica, sacra, burlesca, erótica e satírica — está profundamente enraizada na realidade brasileira, especialmente em suas duas últimas vertentes, a erótica e satírica, que documentam os costumes e a vida moral, social e política da capital da colônia. Padres, freiras, militares, funcionários do governo, comerciantes, proprietários de terra, nobres, judeus, aventureiros, escravos e índios são personagens do vasto painel composto pelo poeta, que tratava sua terra tal como era: “O demo a viver se exponha, / por mais que a fama a exalta, / numa cidade onde falta / verdade, honra, vergonha.” Percorre sua obra, como a vida, a conciliação de contrários própria do barroco, transportada da religiosidade católica para o domínio das forças da natureza e do paganismo

Gregório de Matos é considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período colonial.

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