Contos completos – Monteiro Lobato

Contos completos – Monteiro Lobato

O volume compila todos os contos de Urupês (1918), Cidades mortas (1919), Negrinha (1920) e O macaco que se fez homem (1923) e ainda traz um bônus que revitaliza as pesquisas sobre o autor no Brasil – uma vasta fortuna crítica que posiciona e transporta o leitor de hoje à atividade literária feita na época. Estão presentes contos clássicos como ‘Meu conto de Maupassant’, ‘Bucólica’, ‘Cavalinhos’, ‘As fitas da vida’, ‘O bom marido’, entre dezenas de outras histórias. A apresentação, assinada pela pesquisadora Beatriz Resende, reitera ao leitor de hoje, seja ele conhecedor ou não já da obra lobatiana, a relevância de ler os contos para compreender nosso país e conhecer a verdadeira história do modernismo no Brasil. Sem Urupês, primeiro livro de contos do autor, nossos artistas teriam tomado outros rumos nas fases segui ntes do movimento. Foi o livro que deu as bases para os motores das vanguardas no país. Qualquer crítica social que se faça a Lobato se esvai quando notamos, na apreciação atenta de suas narrativas, que determinadas falas funcionam como um eco da sociedade de então, com seus preconceitos e suas amarras. O livro totalmente ilustrado com imagens de acervo pessoal da família da Lobato. São fotos de momentos da vida íntima do autor, com a família, e que reportam também, ao passo que as histórias avançam cronologicamente quanto à data de publicação, a transformação do campo e das cidades. A fortuna crítica, ao fim do volume, foi selecionada a partir do arquivo pessoal de Maria Pureza Natividade Monteiro Lobato, a dona Purezinha, esposa de Lobato, que, durante anos, recortava as notícias relacionadas ao marido e as colava num álbum. Con ta com uma carta de Oswald de Andrade a Lobato, além de críticas de Lima Barreto, Agripino Grieco, José Lins do Rego, Caio Prado Júnior, entre outros. Referências que recuperam matérias, resenhas e artigos que foram escritos contemporaneamente à produção de Lobato.

O volume compila todos os contos de Urupês (1918), Cidades mortas (1919), Negrinha (1920) e O macaco que se fez homem (1923) e ainda traz um bônus que revitaliza as pesquisas sobre o autor no Brasil – uma vasta fortuna crítica que posiciona e transporta o leitor de hoje à atividade literária feita na época. Estão presentes contos clássicos como ‘Meu conto de Maupassant’, ‘Bucólica’, ‘Cavalinhos’, ‘As fitas da vida’, ‘O bom marido’, entre dezenas de outras histórias. A apresentação, assinada pela pesquisadora Beatriz Resende, reitera ao leitor de hoje, seja ele conhecedor ou não já da obra lobatiana, a relevância de ler os contos para compreender nosso país e conhecer a verdadeira história do modernismo no Brasil. Sem Urupês, primeiro livro de contos do autor, nossos artistas teriam tomado outros rumos nas fases segui ntes do movimento. Foi o livro que deu as bases para os motores das vanguardas no país. Qualquer crítica social que se faça a Lobato se esvai quando notamos, na apreciação atenta de suas narrativas, que determinadas falas funcionam como um eco da sociedade de então, com seus preconceitos e suas amarras. O livro totalmente ilustrado com imagens de acervo pessoal da família da Lobato. São fotos de momentos da vida íntima do autor, com a família, e que reportam também, ao passo que as histórias avançam cronologicamente quanto à data de publicação, a transformação do campo e das cidades. A fortuna crítica, ao fim do volume, foi selecionada a partir do arquivo pessoal de Maria Pureza Natividade Monteiro Lobato, a dona Purezinha, esposa de Lobato, que, durante anos, recortava as notícias relacionadas ao marido e as colava num álbum. Con ta com uma carta de Oswald de Andrade a Lobato, além de críticas de Lima Barreto, Agripino Grieco, José Lins do Rego, Caio Prado Júnior, entre outros. Referências que recuperam matérias, resenhas e artigos que foram escritos contemporaneamente à produção de Lobato.

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