Códex Arquimedes – Reviel Netz, William Noel

Códex Arquimedes – Reviel Netz, William Noel

Em 29 de outubro de 1998, a venda de um livro extremamente velho, feio e nada atraente, arrematado por 2 milhões de dólares em um leilão feito pela Christie’s de Nova York, ganhou as páginas da imprensa. O desgastado livro de orações de um padre medieval, chamuscado pelo fogo, manchado de água e parafina e corroído pelo mofo, escondia um dos maiores tesouros científicos de todos os tempos. Sob as orações, quase invisível devido às manchas, jazia escondido o texto do mais antigo manuscrito do grande matemático do mundo antigo, Arquimedes de Siracusa (287-212 A.C.). Encarregados de decifrar as páginas do precioso palimpsesto (pergaminho cujo conteúdo foi apagado mediante lavagem ou raspagem e reescrito), que permaneceu oculto por mais de mil anos, William Noel, curador de Manuscritos e Livros Raros do Museu de Arte Walters, e o historiador Reviel Netz trazem à luz em CÓDEX ARQUIMEDES, uma década depois do leilão, as idéias perdidas do grande gênio da matemática. O livro com o texto de Arquimedes teve suas páginas raspadas, recebeu novo texto, foi danificado e permaneceu nas prateleiras de um mosteiro antigo. Resistiu às cruzadas e às guerras mundiais, viajando do Oriente ao Ocidente. Descoberto em 1906, foi estudado por um breve período e ficou perdido novamente por quase um século antes de ressurgir em Paris há 11 anos. Graças a mais moderna tecnologia de imagem ao trabalho de uma dedicada equipe acadêmica de cientistas, técnicos e conservadores, seu conteúdo original foi desvendado, apresentando resultados surpreendentes que mudam de maneira fundamental nossa compreensão sobre a história da ciência. À medida que os textos iam sendo revelados, foi se descobrindo que as idéias matemáticas do cientista eram muito mais sofisticadas do que se pensava antes, e que Arquimedes teria, de fato, mais razões do que imaginávamos para gritar “Eureca!” em seus banhos. Entre as incríveis descobertas, revelou-se a cópia integral do revolucionário O Método, o lúdico Stomachion, abrangendo tópicos que iam da gravidade ao Infinito, e a única fonte original em grego de Corpos Flutuantes – talvez seu tratado mais famoso. Numa mistura de história de detetive e aventura com romance e ciência, William Noel e Reviel Netz traçam a incrível jornada do volume corroído por traças que atravessou séculos, em uma narrativa que alterna a história do próprio livro e a história da evolução da ciência que suas páginas revelam.

Em 29 de outubro de 1998, a venda de um livro extremamente velho, feio e nada atraente, arrematado por 2 milhões de dólares em um leilão feito pela Christie’s de Nova York, ganhou as páginas da imprensa. O desgastado livro de orações de um padre medieval, chamuscado pelo fogo, manchado de água e parafina e corroído pelo mofo, escondia um dos maiores tesouros científicos de todos os tempos. Sob as orações, quase invisível devido às manchas, jazia escondido o texto do mais antigo manuscrito do grande matemático do mundo antigo, Arquimedes de Siracusa (287-212 A.C.). Encarregados de decifrar as páginas do precioso palimpsesto (pergaminho cujo conteúdo foi apagado mediante lavagem ou raspagem e reescrito), que permaneceu oculto por mais de mil anos, William Noel, curador de Manuscritos e Livros Raros do Museu de Arte Walters, e o historiador Reviel Netz trazem à luz em CÓDEX ARQUIMEDES, uma década depois do leilão, as idéias perdidas do grande gênio da matemática. O livro com o texto de Arquimedes teve suas páginas raspadas, recebeu novo texto, foi danificado e permaneceu nas prateleiras de um mosteiro antigo. Resistiu às cruzadas e às guerras mundiais, viajando do Oriente ao Ocidente. Descoberto em 1906, foi estudado por um breve período e ficou perdido novamente por quase um século antes de ressurgir em Paris há 11 anos. Graças a mais moderna tecnologia de imagem ao trabalho de uma dedicada equipe acadêmica de cientistas, técnicos e conservadores, seu conteúdo original foi desvendado, apresentando resultados surpreendentes que mudam de maneira fundamental nossa compreensão sobre a história da ciência. À medida que os textos iam sendo revelados, foi se descobrindo que as idéias matemáticas do cientista eram muito mais sofisticadas do que se pensava antes, e que Arquimedes teria, de fato, mais razões do que imaginávamos para gritar “Eureca!” em seus banhos. Entre as incríveis descobertas, revelou-se a cópia integral do revolucionário O Método, o lúdico Stomachion, abrangendo tópicos que iam da gravidade ao Infinito, e a única fonte original em grego de Corpos Flutuantes – talvez seu tratado mais famoso. Numa mistura de história de detetive e aventura com romance e ciência, William Noel e Reviel Netz traçam a incrível jornada do volume corroído por traças que atravessou séculos, em uma narrativa que alterna a história do próprio livro e a história da evolução da ciência que suas páginas revelam.

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