Cidade da penumbra – Lolita Pille

Cidade da penumbra – Lolita Pille

Bem-vindo à cidade da penumbra! Todos tem direito à Beleza, à Juventude, ao Conforto Mínimo. Syd Paradyne, tira da série B, barba de dois dias, alcoólatra, investiga o suicídio de um obeso. O sol não aparece há muito, muito tempo. A corrupção reina. Aparece uma garota linda e estigmatizada. Blue tem os olhos azul-metálicos e segredos inconfessáveis: é uma possibilidade de amor em um mundo sem esperanças. Nessa sátira a uma sociedade utópica baseada na premissa da felicidade obrigatória, em uma atmosfera de policial noir, Lolita Pille faz referências a pesos-pesados da ficção científica, como George Orwell; Aldous Huxley; William Gibson, o fundador do cyberpunk, e Philip K. Dick, autor de Do Androids Dream of Electric Sheep?, o livro que inspirou o filme Blade Runner. Cidade da penumbra é um retrato muito bem-acabado do consumismo e do endividamento bancário, do uso indiscriminado de remédios e drogas e da ditadura da felicidade a qualquer preço. Ao lidar com esses temas que já assombram o presente, a autora cria polêmica e aborda o totalitarismo, o racismo, a desinformação, a vigilância big brother, as cibertecnologias e assim, mais uma vez, desafia convenções.

Bem-vindo à cidade da penumbra! Todos tem direito à Beleza, à Juventude, ao Conforto Mínimo. Syd Paradyne, tira da série B, barba de dois dias, alcoólatra, investiga o suicídio de um obeso. O sol não aparece há muito, muito tempo. A corrupção reina. Aparece uma garota linda e estigmatizada. Blue tem os olhos azul-metálicos e segredos inconfessáveis: é uma possibilidade de amor em um mundo sem esperanças. Nessa sátira a uma sociedade utópica baseada na premissa da felicidade obrigatória, em uma atmosfera de policial noir, Lolita Pille faz referências a pesos-pesados da ficção científica, como George Orwell; Aldous Huxley; William Gibson, o fundador do cyberpunk, e Philip K. Dick, autor de Do Androids Dream of Electric Sheep?, o livro que inspirou o filme Blade Runner. Cidade da penumbra é um retrato muito bem-acabado do consumismo e do endividamento bancário, do uso indiscriminado de remédios e drogas e da ditadura da felicidade a qualquer preço. Ao lidar com esses temas que já assombram o presente, a autora cria polêmica e aborda o totalitarismo, o racismo, a desinformação, a vigilância big brother, as cibertecnologias e assim, mais uma vez, desafia convenções.

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