Cem Quilos de Ouro – Fernando Morais

Cem Quilos de Ouro – Fernando Morais

‘Cem Quilos de Ouro’ reúne doze reportagens de Fernando Morais, escritas ao longo de uma carreira de quase quarenta anos. Elas são uma amostra do trabalho de um autor que, como escreve Ricardo Setti na orelha do livro, tem ‘sangue, nervos, vísceras e alma de repórter’. Acrescidas de comentários do autor elas valem como verdadeiras aulas de jornalismo. A matéria que dá nome ao livro trata do seqüestro do empresário Guilherme Affonso Ferreira, o Willy, ocorrido na Bahia em 1988 (época em que este tipo de crime ainda era raro no Brasil). Os seqüestradores exigiram cem quilos de ouro para libertar o refém. A reportagem ‘O sonho da Transamazônica acabou’ foi escrita quatro anos depois de Morais ter ganho o Premio Esso por uma reportagem pioneira sobre a rodovia. O repórter percorre 5 296 quilômetros da estrada, desde a Paraíba até o Acre. O livro conta ainda com matérias sobre a guerrilha nicaragüense Frente Sandinista de Libertação Nacional uma longa entrevista com frei Betto; matérias sobre o ex-presidente Fernando Collor de Mello; uma entrevista com Rubem Braga, Otto Lara Resende e Moacir Werneck de Castro; e, entre outras matérias, reportagens que o autor fez em Cuba, na década de 70, primeiros esboços do trabalho que culminaria no livro ‘A Ilha’.

‘Cem Quilos de Ouro’ reúne doze reportagens de Fernando Morais, escritas ao longo de uma carreira de quase quarenta anos. Elas são uma amostra do trabalho de um autor que, como escreve Ricardo Setti na orelha do livro, tem ‘sangue, nervos, vísceras e alma de repórter’. Acrescidas de comentários do autor elas valem como verdadeiras aulas de jornalismo. A matéria que dá nome ao livro trata do seqüestro do empresário Guilherme Affonso Ferreira, o Willy, ocorrido na Bahia em 1988 (época em que este tipo de crime ainda era raro no Brasil). Os seqüestradores exigiram cem quilos de ouro para libertar o refém. A reportagem ‘O sonho da Transamazônica acabou’ foi escrita quatro anos depois de Morais ter ganho o Premio Esso por uma reportagem pioneira sobre a rodovia. O repórter percorre 5 296 quilômetros da estrada, desde a Paraíba até o Acre. O livro conta ainda com matérias sobre a guerrilha nicaragüense Frente Sandinista de Libertação Nacional uma longa entrevista com frei Betto; matérias sobre o ex-presidente Fernando Collor de Mello; uma entrevista com Rubem Braga, Otto Lara Resende e Moacir Werneck de Castro; e, entre outras matérias, reportagens que o autor fez em Cuba, na década de 70, primeiros esboços do trabalho que culminaria no livro ‘A Ilha’.

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