Cadernos Casa Morta – Fiódor Dostoiévski

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Traduzido directamente a partir do russo pelos vencedores do ´Grande Prémio de Tradução Literária APT/Pen Clube Português´, Nina Guerra e Filipe Guerra, a Presença publica mais um clássico de Dostoiévski. Cadernos da Casa Morta foi inicialmente publicado entre 1860 e 1862 e reflecte uma realidade quase dantesca, onde presos políticos, prisioneiros de guerra e presos de delito comum, vivem lado-a-lado com homens que perpetraram crimes hediondos. É um mundo “absolutamente à parte”, uma micro-sociedade com regras próprias onde o quotidiano se reparte entre os trabalhos forçados, os castigos sádicos, a miséria, o mercado negro, o álcool e os pequenos expedientes de que os prisioneiros se servem não só para sobreviverem, mas para usufruirem da ilusão de fugazes momentos de liberdade. Privado de livros e papel, Dostoiévski redige as suas notas em materiais que consegue recolher e que lhe permitem registar apontamentos de um realismo impressionante, a par das suas reflexões pessoais sobre a natureza humana. Escrito em tom confessional, sóbrio e directo, este relato fica, para quem o lê, como um grandioso hino à vida.

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