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As Crônicas Marcianas – Ray Bradbury

Lançado em 1951, esta obra consagrou imediatamente seu jovem autor, Ray Bradbury, e abriu novos horizontes à ficção científica, libertando-a de uma vez por todas dos lugares-comuns da space opera, com seus eternos monstros de olhos esbugalhados, suas naves imensas e suas infindáveis guerras interestelares.

Bradbury provou com ‘As Crônicas Marcianas’ que se podia fazer a melhor literatura, a melhor poesia, através da ficção científica e da fantasia espacial, cujo grande tema era (e continuava a ser) o destino do homem. Mescla do real e da fantasia que se lê avidamente como um romance em crescendo de emoção e beleza, ‘As Crônicas Marcianas’ são feitas, como observa o prefaciador da edição especial feita para o ‘Time Reading Program’, de uma série “do que James Joyce chamava de epifanias – rápidos e incisivos lampejos dos acontecimentos diários, banhados pela luz da revelação”. Não é preciso dizer mais.

O livro tem como fio condutor a ocupação do planeta Marte pelo homem. Para onde foram os marcianos, se é que alguma vez existiram marcianos? Que são esses misteriosos globos azuis que aparecem de vez em quando no céu? Serão criaturas inteligentes, criadas por Deus – e nesse caso Deus poderia ser um círculo, um globo? Tudo se passa no futuro muito próximo; de janeiro de 1999 a outubro de 2026. E ali estão eles, por fim: os marcianos.

Bradbury paga em ouro seu tributo aos mestres da fantasia: Sherwood Anderson, cujo ‘Winesburg, Ohio’ lhe deu inspiração, Edgar Allan Poe, H. P. Lovecraft, Ambrose Bierce. Fred Hoyle, astrônomo e autor de FC, lembra a odisséia a propósito das Crônicas Marcianas. E por que não? Por suas páginas perpassa um forte sopro de poesia épica: a epopéia do ser humano nos novos mundos que lhe estão destinados.

Lançado em 1951, esta obra consagrou imediatamente seu jovem autor, Ray Bradbury, e abriu novos horizontes à ficção científica, libertando-a de uma vez por todas dos lugares-comuns da space opera, com seus eternos monstros de olhos esbugalhados, suas naves imensas e suas infindáveis guerras interestelares.

Bradbury provou com ‘As Crônicas Marcianas’ que se podia fazer a melhor literatura, a melhor poesia, através da ficção científica e da fantasia espacial, cujo grande tema era (e continuava a ser) o destino do homem. Mescla do real e da fantasia que se lê avidamente como um romance em crescendo de emoção e beleza, ‘As Crônicas Marcianas’ são feitas, como observa o prefaciador da edição especial feita para o ‘Time Reading Program’, de uma série “do que James Joyce chamava de epifanias – rápidos e incisivos lampejos dos acontecimentos diários, banhados pela luz da revelação”. Não é preciso dizer mais.

O livro tem como fio condutor a ocupação do planeta Marte pelo homem. Para onde foram os marcianos, se é que alguma vez existiram marcianos? Que são esses misteriosos globos azuis que aparecem de vez em quando no céu? Serão criaturas inteligentes, criadas por Deus – e nesse caso Deus poderia ser um círculo, um globo? Tudo se passa no futuro muito próximo; de janeiro de 1999 a outubro de 2026. E ali estão eles, por fim: os marcianos.

Bradbury paga em ouro seu tributo aos mestres da fantasia: Sherwood Anderson, cujo ‘Winesburg, Ohio’ lhe deu inspiração, Edgar Allan Poe, H. P. Lovecraft, Ambrose Bierce. Fred Hoyle, astrônomo e autor de FC, lembra a odisséia a propósito das Crônicas Marcianas. E por que não? Por suas páginas perpassa um forte sopro de poesia épica: a epopéia do ser humano nos novos mundos que lhe estão destinados.

 

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1 comentário em “As Crônicas Marcianas – Ray BradburyAdicione o seu →

  1. Queria muito ler esse autor depois que ouvi falar fantasticamente dele num jornal (foi por ocasião da morte, imagino, mas não desmereceu o tom).

    Obrigado!

  2. Finalizei este livro nesta semana.

    Todos os contos tem seu mérito, mas há alguns que são simplesmente espetaculares!

    Baixei a versão para Kindle e a formatação do texto estava muito boa.

    Obrigado por disponibilizá-lo.

  3. Esse é o melhor livro de Ray Bradbury, na modesta opinião deste que vos escreve. Tem uma versão feita para a TV com Rock Hudson que vi nos anos 80. Mas o livro é muito melhor, nem se compara.

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