Às armas, cidadãos! – José Murilo de Carvalho, Lúcia Bastos, Marcello Basile (Orgs.)

Às armas, cidadãos! – José Murilo de Carvalho, Lúcia Bastos, Marcello Basile (Orgs.)

Panfletos manuscritos da independência do Brasil (1820-1823)

Nos anos imediatamente anteriores ao Sete de Setembro de 1822 – e, no caso da Bahia, até a expulsão definitiva das tropas portuguesas, em julho de 1823 -, “Às armas, cidadãos!” era um dos lemas mais frequentes nos panfletos políticos reproduzidos à mão no Brasil e em Portugal, então conhecidos como “papelinhos”. Embora a emancipação da colônia portuguesa não tenha desencadeado conflitos militares tão violentos como as guerras de independência na América Espanhola, a retórica incendiária era uma característica comum aos panfletos que circulavam na época: tanto partidários da Coroa portuguesa como os que apoiavam as pretensões do príncipe d. Pedro ao trono brasileiro se mostravam prontos para combater por suas ideias e interesses.Os 32 documentos reunidos em Às armas, cidadãos! – reproduzidos no volume – fornecem subsídios inestimáveis para a compreensão dos anos decisivos da formação do Brasil moderno. Com organização dos historiadores José Murilo de Carvalho, Lúcia Bastos e Marcello Basile, o livro inclui uma esclarecedora introdução ao contexto político dos panfletos, além de um amplo aparato de notas explicativas e uma cronologia abrangente dos acontecimentos que levaram ao Grito do Ipiranga. Redigidos em Salvador, no Rio de Janeiro e em Portugal, os panfletos selecionados conservam em seu formato rústico o sabor pitoresco daquele período crítico da fundação do país.

Panfletos manuscritos da independência do Brasil (1820-1823)
 

Nos anos imediatamente anteriores ao Sete de Setembro de 1822 – e, no caso da Bahia, até a expulsão definitiva das tropas portuguesas, em julho de 1823 -, “Às armas, cidadãos!” era um dos lemas mais frequentes nos panfletos políticos reproduzidos à mão no Brasil e em Portugal, então conhecidos como “papelinhos”. Embora a emancipação da colônia portuguesa não tenha desencadeado conflitos militares tão violentos como as guerras de independência na América Espanhola, a retórica incendiária era uma característica comum aos panfletos que circulavam na época: tanto partidários da Coroa portuguesa como os que apoiavam as pretensões do príncipe d. Pedro ao trono brasileiro se mostravam prontos para combater por suas ideias e interesses.Os 32 documentos reunidos em Às armas, cidadãos! – reproduzidos no volume – fornecem subsídios inestimáveis para a compreensão dos anos decisivos da formação do Brasil moderno. Com organização dos historiadores José Murilo de Carvalho, Lúcia Bastos e Marcello Basile, o livro inclui uma esclarecedora introdução ao contexto político dos panfletos, além de um amplo aparato de notas explicativas e uma cronologia abrangente dos acontecimentos que levaram ao Grito do Ipiranga. Redigidos em Salvador, no Rio de Janeiro e em Portugal, os panfletos selecionados conservam em seu formato rústico o sabor pitoresco daquele período crítico da fundação do país.

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