Ao Cair da Noite – Stephen King

Ao Cair da Noite – Stephen King

Quem senão Stephen King para transformar uma espelunca de beira de estrada no cenário de um amor eterno? Ou uma mulher que acaba de perder o filho em uma corredora obsessiva que pretende chegar a algum lugar onde possa se livrar de suas frustrações? Em Ao Cair da Noite, de Stephen King, os mortos estão por toda parte, seja ouvindo música country em “Willa”, ou ligando para casa de um celular, como no conto The New York Times a Preços Promocionais Imperdíveis. Mas nas histórias do mestre do terror os vivos também não estão em melhores condições. E podem descobrir algo terrível a qualquer momento. O horror precisa de vítimas, e ninguém melhor que Stephen King para apresentá-las nestes contos surpreendentes.

Em A Bicicleta Ergométrica, uma rotina de exercícios, a princípio para reduzir o colesterol ruim, pode levar um homem a uma viagem inspiradora – e no fim das contas aterrorizante. Para King, a fronteira que separa os vivos dos mortos é muitas vezes enganosa, e os fios que mantêm os indivíduos presos à realidade podem se romper a qualquer momento.

Em As coisas que eles deixaram para trás, os pertences de mortos do 11 de Setembro – uns óculos escuros em forma de coração, um taco de baseball, um “cogumelo de cerâmica (vermelho com bolinhas brancas) que vinha com uma Alice sentada em cima” – começam a perseguir um sobrevivente atormentado pela culpa. No conto N., o transtorno obsessivo-compulsivo de um indivíduo em contar um círculo de pedras – são sete ou oito? – é a única coisa que mantém a humanidade protegida do desconhecido. Em Mudo, um ressentido vendedor de livros ambulante dá carona para um mudo, sem saber que o homem silencioso no banco do carona escuta bem até demais.

Ao Cair da Noite – quer se chame esse momento de crepúsculo, quer de pôr do sol – é o momento em que nada é o que parece. A hora perfeita para Stephen King.

Quem senão Stephen King para transformar uma espelunca de beira de estrada no cenário de um amor eterno? Ou uma mulher que acaba de perder o filho em uma corredora obsessiva que pretende chegar a algum lugar onde possa se livrar de suas frustrações? Em Ao Cair da Noite, de Stephen King, os mortos estão por toda parte, seja ouvindo música country em “Willa”, ou ligando para casa de um celular, como no conto The New York Times a Preços Promocionais Imperdíveis. Mas nas histórias do mestre do terror os vivos também não estão em melhores condições. E podem descobrir algo terrível a qualquer momento. O horror precisa de vítimas, e ninguém melhor que Stephen King para apresentá-las nestes contos surpreendentes.

Em A Bicicleta Ergométrica, uma rotina de exercícios, a princípio para reduzir o colesterol ruim, pode levar um homem a uma viagem inspiradora – e no fim das contas aterrorizante. Para King, a fronteira que separa os vivos dos mortos é muitas vezes enganosa, e os fios que mantêm os indivíduos presos à realidade podem se romper a qualquer momento.

Em As coisas que eles deixaram para trás, os pertences de mortos do 11 de Setembro – uns óculos escuros em forma de coração, um taco de baseball, um “cogumelo de cerâmica (vermelho com bolinhas brancas) que vinha com uma Alice sentada em cima” – começam a perseguir um sobrevivente atormentado pela culpa. No conto N., o transtorno obsessivo-compulsivo de um indivíduo em contar um círculo de pedras – são sete ou oito? – é a única coisa que mantém a humanidade protegida do desconhecido. Em Mudo, um ressentido vendedor de livros ambulante dá carona para um mudo, sem saber que o homem silencioso no banco do carona escuta bem até demais.

Ao Cair da Noite – quer se chame esse momento de crepúsculo, quer de pôr do sol – é o momento em que nada é o que parece. A hora perfeita para Stephen King.

 

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