Andy Warhol – O Gênio do Pop – Tony Scherman, David Dalton

Andy Warhol – O Gênio do Pop – Tony Scherman, David Dalton

Artista e celebridade. Gênio e oportunista. No mundo da arte, Andy Warhol é a figura que mais dividiu (e conquistou) a crítica. Mas o herói da cultura pop dos anos 60, cujas frases ambíguas causavam furor publicitário, é apenas a personagem construída para o público. Andy Warhol – o gênio do pop, primeiro livro dos norte-americanos Tony Scherman e David Dalton traduzido no Brasil, se propõe a desvendar o homem por trás da charada. O leitor é transportado aos bastidores da cena artística conduzida por uma nova estirpe de marchands e comandada pela figura cool de gola alta, peruca prateada e óculos escuros. Baseando-se em novas fontes e extensas entrevistas, Andy Warhol – o gênio do pop revela um artista impulsionado por speed (anfetamina), obcecado pela aparência e com mania de telefone, mas que destruiu a Arte com “A” maiúsculo e abalou o mito do autor. O livro se concentra no que os autores chamam “a primeira vida” de Warhol, desde sua infância na classe baixa americana como Andrew Warhola, passando pelos anos no estúdio Factory – “esse sótão sujo no centro da cidade” – até 1968, quando levou um tiro de Valerie Solanas. Com estilo fluido e declarações por vezes cômicas, a obra conta como surgiram as latas de sopa Campbell’s – uma ideia de 50 dólares – e a primeira Marilyn, o plano de fazer um filme de oito horas sobre um homem dormindo e a exposição que provou que um artista de galeria poderia ser uma estrela do rock. De completo outsider a “amigo do peito” de Elizabeth Taylor, Warhol mostra que estava em profunda sintonia com sua época e prova, nesse livro, que os críticos do pop “não entenderam a piada”.

Andy Warhol – O Gênio do Pop - Tony Scherman, David DaltonArtista e celebridade. Gênio e oportunista. No mundo da arte, Andy Warhol é a figura que mais dividiu (e conquistou) a crítica. Mas o herói da cultura pop dos anos 60, cujas frases ambíguas causavam furor publicitário, é apenas a personagem construída para o público. Andy Warhol – o gênio do pop, primeiro livro dos norte-americanos Tony Scherman e David Dalton traduzido no Brasil, se propõe a desvendar o homem por trás da charada. O leitor é transportado aos bastidores da cena artística conduzida por uma nova estirpe de marchands e comandada pela figura cool de gola alta, peruca prateada e óculos escuros. Baseando-se em novas fontes e extensas entrevistas, Andy Warhol – o gênio do pop revela um artista impulsionado por speed (anfetamina), obcecado pela aparência e com mania de telefone, mas que destruiu a Arte com “A” maiúsculo e abalou o mito do autor. O livro se concentra no que os autores chamam “a primeira vida” de Warhol, desde sua infância na classe baixa americana como Andrew Warhola, passando pelos anos no estúdio Factory – “esse sótão sujo no centro da cidade” – até 1968, quando levou um tiro de Valerie Solanas. Com estilo fluido e declarações por vezes cômicas, a obra conta como surgiram as latas de sopa Campbell’s – uma ideia de 50 dólares – e a primeira Marilyn, o plano de fazer um filme de oito horas sobre um homem dormindo e a exposição que provou que um artista de galeria poderia ser uma estrela do rock. De completo outsider a “amigo do peito” de Elizabeth Taylor, Warhol mostra que estava em profunda sintonia com sua época e prova, nesse livro, que os críticos do pop “não entenderam a piada”.

 

 

 

 

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