Amor sem Limites – Robert A. Heinlein

Amor sem Limites – Robert A. Heinlein

Lazarus Long, personagem central desta história, é o representante mais velho da raça humana: ele tem mais de 2.300 anos de idade! Nascido em 11 de novembro de 1890, submete-se a vários rejuvenescimentos, vive diversas vidas sob nomes diferentes, de cada uma das quais faz a sua crônica.

No ano de 4272, as pessoas tem a grande preocupação de conhecerem a origem de suas famílias. Apesar das fabulosas conquistas da ciência e da tecnologia, o homem continua obcecado pela própria identidade e pelo conhecimento do seu passado. Acha-se que qualquer pessoa física ou jurídica sem tradição, sem história, estará meio condenada à destruição pelo trauma que tal situação implica.

É imenso o progresso material do mundo em 4272, mas a civilização regrediu, visto que o avanço da genética e o advento da implantação de clones fazem com que a moral convencional sofra uma profunda reviravolta, alterando conceitos firmemente gravados na consciência humana desde os seus primórdios. O incesto deixa de ser imoral graças à impossibilidade da procriação de descendentes defeituosos garantida pela ciência (como prova o amor tórrido de Ted Bronson, de fazer inveja a Sófocles…) A busca pelo hedonismo é avassaladora. O Homem torna-se um animal na verdadeira acepção da palavra, assegurando sua longevidade pelo acasalamento consangüíneo de exemplares selecionados, tal como o gado e os animais de laboratório.

Este é o extraordinário tema da mais recente e ambiciosa obra de um grande mestre da ficção científica. ‘Amor Sem Limites’, como o classificou a crítica americana, “é um romance completo, extremamente rico em detalhes”.

Lazarus Long, personagem central desta história, é o representante mais velho da raça humana: ele tem mais de 2.300 anos de idade! Nascido em 11 de novembro de 1890, submete-se a vários rejuvenescimentos, vive diversas vidas sob nomes diferentes, de cada uma das quais faz a sua crônica.

No ano de 4272, as pessoas tem a grande preocupação de conhecerem a origem de suas famílias. Apesar das fabulosas conquistas da ciência e da tecnologia, o homem continua obcecado pela própria identidade e pelo conhecimento do seu passado. Acha-se que qualquer pessoa física ou jurídica sem tradição, sem história, estará meio condenada à destruição pelo trauma que tal situação implica.

É imenso o progresso material do mundo em 4272, mas a civilização regrediu, visto que o avanço da genética e o advento da implantação de clones fazem com que a moral convencional sofra uma profunda reviravolta, alterando conceitos firmemente gravados na consciência humana desde os seus primórdios. O incesto deixa de ser imoral graças à impossibilidade da procriação de descendentes defeituosos garantida pela ciência (como prova o amor tórrido de Ted Bronson, de fazer inveja a Sófocles…) A busca pelo hedonismo é avassaladora. O Homem torna-se um animal na verdadeira acepção da palavra, assegurando sua longevidade pelo acasalamento consanguíneo de exemplares selecionados, tal como o gado e os animais de laboratório.

Este é o extraordinário tema da mais recente e ambiciosa obra de um grande mestre da ficção científica. ‘Amor Sem Limites’, como o classificou a crítica americana, “é um romance completo, extremamente rico em detalhes”.

 

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