Amálgama – Rubem Fonseca

Amálgama – Rubem Fonseca

Vencedor do prêmio Jabuti 2014
Neste seu mais novo livro, Rubem Fonseca mostra que mesmo um autor consagrado, reconhecido pela crítica e pelo público, dono de uma dicção autoral tão singular, pode surpreender, trazendo para o seu texto o frescor da inovação. Aliás, essa é a marca dos grandes artistas, eles conseguem transitar na contramão das nossas expectativas e exatamente por isso acabam provocando tamanha admiração. Nos 34 textos amalgamados aqui, o novo se mostra bem evidente na diversidade de gêneros e por vezes na mistura deles. Poemas, contos, prosa poética e poesia narrativa, tudo é usado para compor um painel heterogêneo de situações que vão do casal sem diálogo ao pai que manda o filho à guerra por amor; do idoso com Alzheimer ao escritor em crise porque seu livro encalhou nas prateleiras. Permeando esses dramas invisíveis que acontecem em meio à correria e ao anonimato dos grandes centros urbanos, percebe-se com muita nitidez uma vontade de discutir sobre a própria escrita, seja nas repetições obsessivas de determinado assunto ou referência, seja nas remissões a outros autores, seja enfim em textos que falam de escritores e editores e definem o ato de escrever como “rever, rever, rever”.”Amálgama” traz de tudo um pouco e promete agradar a leitores de todos os gostos, pois é mais uma vigorosa amostra do talento literário desse que é um dos maiores autores brasileiros contemporâneos, que diz com todas as letras que não escreve para dar sono.

Amálgama – Rubem FonsecaNeste seu mais novo livro, Rubem Fonseca mostra que mesmo um autor consagrado, reconhecido pela crítica e pelo público, dono de uma dicção autoral tão singular, pode surpreender, trazendo para o seu texto o frescor da inovação. Aliás, essa é a marca dos grandes artistas, eles conseguem transitar na contramão das nossas expectativas e exatamente por isso acabam provocando tamanha admiração. Nos 34 textos amalgamados aqui, o novo se mostra bem evidente na diversidade de gêneros e por vezes na mistura deles. Poemas, contos, prosa poética e poesia narrativa, tudo é usado para compor um painel heterogêneo de situações que vão do casal sem diálogo ao pai que manda o filho à guerra por amor; do idoso com Alzheimer ao escritor em crise porque seu livro encalhou nas prateleiras. Permeando esses dramas invisíveis que acontecem em meio à correria e ao anonimato dos grandes centros urbanos, percebe-se com muita nitidez uma vontade de discutir sobre a própria escrita, seja nas repetições obsessivas de determinado assunto ou referência, seja nas remissões a outros autores, seja enfim em textos que falam de escritores e editores e definem o ato de escrever como “rever, rever, rever”.”Amálgama” traz de tudo um pouco e promete agradar a leitores de todos os gostos, pois é mais uma vigorosa amostra do talento literário desse que é um dos maiores autores brasileiros contemporâneos, que diz com todas as letras que não escreve para dar sono.

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