Aléxandros – Valerio Massimo Manfredi

Aléxandros – Valerio Massimo Manfredi

“Aléxandros” é a história do jovem e belo príncipe da Macedônia que seria um dia conhecido como Alexandre, o Grande, pelas numerosas conquistas no mundo antigo. Nascido em meados do século IV a.C., filho do rei Filipe II e de Olympias, princesa de Epiro, ele cresce na corte cercado por jovens de sua idade e é educado de acordo com as tradições da dinastia, com ênfase na coragem, força de espírito, resistência à dor, ao frio, ao cansaço e à fome. O jovem Alexandre tem também o privilégio de aprender com uma das mentes mais brilhantes da Antigüidade: o filósofo Aristóteles, fundador do conceito de lógica, que recebe do rei Filipe quantias exorbitantes para revelar os segredos mais profundos de sua imensa sabedoria ao príncipe e também a alguns privilegiados amigos mais próximos. Esse grupo selecionado cresce num local longínquo e belo, na escola construída em Mésia especialmente para eles em meio às florestas e campos da Eordéia. Em seu retiro, os jovens estudantes fazem o juramento de nunca se separar e seguir seu príncipe na aventura mais extraordinária de todos os tempos: a conquista do mundo! A morte do pai marca o fim da adolescência de Alexandre, endurecendo seu coração: o rei é misteriosamente apunhalado no dia do casamento de sua irmã. Com a ausência de Filipe II, o Império se despedaça. Ninguém acredita que Alexandre será capaz de mantê-lo de pé. O rapaz, entretanto, reage com inusitado vigor e destrói os bárbaros do norte numa apoteótica batalha numa ilha do Danúbio, sob violenta tempestade de neve. Ele alcança as muralhas de Tebas em treze dias. A cidade cantada por Homero é arrasada em duas semanas. Sua fama corre o mundo e começam a chegar embaixadores dos mais variados países implorando por sua amizade. Ambicioso, Alexandre parte para a conquista do Extremo Oriente. Seus companheiros, que estiveram com ele em todas as horas, acreditam que o sol se levanta nos estreitos que dividem a Ásia e a Europa para iluminar seu olhar e inflamar seus sonhos. Alexandre, O Grande, tudo pode.

1. O Sonho de Olympias

Aléxandros - Valerio Massimo Manfredi
“Aléxandros” é a história do jovem e belo príncipe da Macedônia que seria um dia conhecido como Alexandre, o Grande, pelas numerosas conquistas no mundo antigo. Nascido em meados do século IV a.C., filho do rei Filipe II e de Olympias, princesa de Epiro, ele cresce na corte cercado por jovens de sua idade e é educado de acordo com as tradições da dinastia, com ênfase na coragem, força de espírito, resistência à dor, ao frio, ao cansaço e à fome. O jovem Alexandre tem também o privilégio de aprender com uma das mentes mais brilhantes da Antigüidade: o filósofo Aristóteles, fundador do conceito de lógica, que recebe do rei Filipe quantias exorbitantes para revelar os segredos mais profundos de sua imensa sabedoria ao príncipe e também a alguns privilegiados amigos mais próximos. Esse grupo selecionado cresce num local longínquo e belo, na escola construída em Mésia especialmente para eles em meio às florestas e campos da Eordéia. Em seu retiro, os jovens estudantes fazem o juramento de nunca se separar e seguir seu príncipe na aventura mais extraordinária de todos os tempos: a conquista do mundo! A morte do pai marca o fim da adolescência de Alexandre, endurecendo seu coração: o rei é misteriosamente apunhalado no dia do casamento de sua irmã. Com a ausência de Filipe II, o Império se despedaça. Ninguém acredita que Alexandre será capaz de mantê-lo de pé. O rapaz, entretanto, reage com inusitado vigor e destrói os bárbaros do norte numa apoteótica batalha numa ilha do Danúbio, sob violenta tempestade de neve. Ele alcança as muralhas de Tebas em treze dias. A cidade cantada por Homero é arrasada em duas semanas. Sua fama corre o mundo e começam a chegar embaixadores dos mais variados países implorando por sua amizade. Ambicioso, Alexandre parte para a conquista do Extremo Oriente. Seus companheiros, que estiveram com ele em todas as horas, acreditam que o sol se levanta nos estreitos que dividem a Ásia e a Europa para iluminar seu olhar e inflamar seus sonhos. Alexandre, O Grande, tudo pode.
 
 
 
 
 
 

2. As Areias de Amon

Este é o segundo volume da trilogia que conta a história do belo príncipe da Macedônia que seria conhecido como Alexandre, O Grande. O primeiro livro, “O sonho de Olympias”, fala do nascimento à adolescência. Em “As areias de Amon”, entra em cena o grande general Alexandre Magno, que desafia e enfrenta o exército persa e parte para a conquista do Extremo Oriente. Vence a primeira batalha em Granico, mas seu mais feroz adversário, o mercenário general Mêmnon, consegue fugir do massacre, e desafia o jovem rei macedônio para um duelo “até a última gota de sangue”. Um desafio que além de luta pelo poder envolve uma rivalidade no amor. Anteriormente, Alexandre havia capturado Barsine, a estonteante esposa persa de Mêmnon, por quem acabou se apaixonando perdidamente. Entretanto, num gesto de grandeza, concedeu-lhe a liberdade e permitiu-lhe voltar para seu povo. O duelo dramático acontece em Halicarnasso. Mêmnon morre em circunstâncias misteriosas, mas não sem antes ter se encontrado com Barsine pela última vez. Seus guerreiros companheiros erguem uma pira em sua homenagem em meio à estepe gelada e, a seguir, se suicidam. Alexandre segue seu destino. Um oráculo antigo dizia que aquele que soltasse o nó que atava a canga e o timão da carruagem do rei Górdio teria o domínio da Ásia. O príncipe da Macedônia corta o complicado nó com um golpe de espada, liberando inconscientemente misteriosas e incontroláveis forças. A aventurosa marcha de Alexandre prossegue, e o jovem conquistador encontra-se face a face com o grande rei dos persas, Dario, em Isso, onde o inimigo é derrotado e foge do campo de batalha. Alexandre logo vem a saber que Barsine está entre os prisioneiros. A bela viúva, ainda muito abalada pela morte do marido, mas, ao mesmo tempo, dominada pelos encantos do jovem rei, fica dividida entre a lembrança de uma paixão perdida e a força de um novo amor, que ainda reluta em aceitar. Ainda resta conquistar Tiro, cercada por altas muralhas, e Gaza, com suas torres cobertas de betume. Acontecem, então, as mais espetaculares batalhas de todos os tempos, por terra e por mar, com máquinas monstruosas, ataques debaixo da água e navios em fogo. Nada resiste aos exércitos de Alexandre. Finalmente, ele chega ao Egito misterioso, onde o aguarda o oráculo de Amon, em meio às areias escaldantes do deserto. E lá, na terra dos faraós, é recebido como um deles, o verdadeiro filho do sol.
 
 

3. Os Confins do Mundo

Aléxandros - Valerio Massimo Manfredi
Nesse último volume da trilogia sobre Alexandre, o Grande, chegamos à apoteose definitiva e à morte precoce, aos 33 anos, do jovem rei fundador do maior império que já existiu. Depois de “O sonho de Olympias” e de “As areias de Amon”, “Os confins” do mundo retoma a formidável galeria de personagens, eventos e emoções responsável pelo enorme sucesso dessa saga, perfeitamente equilibrada entre a rigorosa documentação histórica e um vibrante ritmo de romance. Figuras de valorosos soldados ao lado de políticos pusilânimes, heroísmo e traição, amizade, lealdade e violência desfilam ao longo de páginas densas e movimentadas, em tensão constante, das quais emergem os sentimentos mais nobres e também os mais repugnantes da alma humana. O inesquecível cavalo Bucéfalo, o cão Péritas, o médico Filipe, a belíssima Roxana e muitos outros são os personagens descritos com vigor e nitidez que acompanham a definitiva vitória sobre o império persa, a viagem aos extremos confins do mundo e a morte de Alexandre, em um final grandioso e comovente. O autor reconhece que esta última parte das aventuras do rei macedônio talvez tenha sido a mais complexa e difícil de interpretar. Há vários trechos obscuros, mesmo nas fontes originais. O conquistador, no entanto, é sempre representado de forma fiel, mesmo nos momentos mais escabrosos e menos honrosos da sua história. Aos personagens femininos, que nas fontes antigas mal chegam a ser mencionados, o autor deu consistência e reconstruiu, na base de considerações lógicas, a presença dessas mulheres e a influência que tiveram sobre os acontecimentos da história. De batalha em batalha, os três volumes chegam até a morte de Alexandre. Esta também foi uma morte misteriosa. Falou-se de um envenenamento por arsênico, se bem que um artigo publicado no New England Journal of Medicine atribui a morte a uma febre tifóide. O corpo de Alexandre foi transportado para o Egito, como queria o oráculo de Amon. Mas ninguém sabe onde está sua tumba. Em 1850, um funcionário do consulado russo em Alexandria disse ter visto, nos subterrâneos de uma mesquita, um esqueleto no trono, cercado por armas e papiros. O que é bem provável é que Alexandre ainda reine em alguma parte do universo, sobre uma legião de anjos ou demônios.