Akhenaton e Nefertiti: Uma História Amarniana – Carmen Seganfredo, A. S. Franchini

Akhenaton e Nefertiti: Uma História Amarniana – Carmen Seganfredo, A. S. Franchini

Quem foi, afinal, este misterioso Akhenaton, que os faraós posteriores, após sua morte, fizeram desaparecer totalmente dos registros dinásticos? Que deus estranho era esse Áton, que o “faraó maldito” quis elevar à condição de deus único do Egito, banindo assim, todos os demais dos altares? E essa fascinante Nefertiti, esposa real de Akhenaton, considerada na Antigüidade a mulher mais bela do universo – quem foi ela e que papel representou na verdadeira epopéia encenada por seu esposo? A história de Akhenaton e de Nefertiti provavelmente jamais será conhecida, sequer nos seus contornos mais básicos. Infelizmente, restam hoje tão poucos vestígios da passagem deste extraordinário casal pela Terra que mesmo os especialistas não nutrem mais esperança de reconstituir o que de fato aconteceu naqueles longínquos dias, quando o faraó rebelde tentou levar a cabo a mais espantosa reforma religiosa de toda a Antigüidade: abolir o politeísmo e inaugurar (antes mesmo de Moisés) o monoteísmo como forma exclusiva de adoração religiosa.

Akhenaton e Nefertiti: Uma História Amarniana – Carmen SeganfredoQuem foi, afinal, este misterioso Akhenaton, que os faraós posteriores, após sua morte, fizeram desaparecer totalmente dos registros dinásticos? Que deus estranho era esse Áton, que o “faraó maldito” quis elevar à condição de deus único do Egito, banindo assim, todos os demais dos altares? E essa fascinante Nefertiti, esposa real de Akhenaton, considerada na Antigüidade a mulher mais bela do universo – quem foi ela e que papel representou na verdadeira epopéia encenada por seu esposo? A história de Akhenaton e de Nefertiti provavelmente jamais será conhecida, sequer nos seus contornos mais básicos. Infelizmente, restam hoje tão poucos vestígios da passagem deste extraordinário casal pela Terra que mesmo os especialistas não nutrem mais esperança de reconstituir o que de fato aconteceu naqueles longínquos dias, quando o faraó rebelde tentou levar a cabo a mais espantosa reforma religiosa de toda a Antigüidade: abolir o politeísmo e inaugurar (antes mesmo de Moisés) o monoteísmo como forma exclusiva de adoração religiosa.