Absalão, Absalão! – William Faulkner

Absalão, Absalão! – William Faulkner

Em Absalão, Absalão!, a tragédia dos Sutpen pela perspectiva de três personagens diferentes e contraditórios; trama complexa sobre degenerescência física e moral, com forte presença da questão racial e uniões interraciais. O livro forma com O Som e a Fúria e Luz em Agosto o triângulo das obras do autor mais apreciadas e estudadas pela crítica. Faulkner retorna ao lendário condado de Yoknapatawpha, onde se passa grande parte de sua obra, para narrar a ascensão e a queda da família Sutpen durante a Guerra Civil Americana. Yoknapatawpha, distrito fictício do Mississipi, já foi palco da ruína dos Compson, em O som e a fúria; da vida trágica de Joe Christmas, em Luz em agosto; e região por onde avança a ferrovia John Sartoris, assim batizada em homenagem ao coronel morto na Guerra da Secessão (Sartoris).
Estilisticamente, a literatura de Faulkner se caracteriza pela escrita complexa, com longos parágrafos aninhando longos períodos com pontuação irregular, esparsa, senão inexistente, intercalados não raras vezes por parênteses e travessões que acolhem outros longos períodos. Essa maneira de escrever, típica do stream of consciousness (o “fluxo de consciência”, técnica narrativa inaugurada por Proust e refinada por Joyce, Woolf e outros escritores identificados com o Modernismo) exige do leitor cumplicidade e capacidade de concentração.

Em Absalão, Absalão!, a tragédia dos Sutpen pela perspectiva de três personagens diferentes e contraditórios; trama complexa sobre degenerescência física e moral, com forte presença da questão racial e uniões interraciais. O livro forma com O Som e a Fúria e Luz em Agosto o triângulo das obras do autor mais apreciadas e estudadas pela crítica. Faulkner retorna ao lendário condado de Yoknapatawpha, onde se passa grande parte de sua obra, para narrar a ascensão e a queda da família Sutpen durante a Guerra Civil Americana. Yoknapatawpha, distrito fictício do Mississipi, já foi palco da ruína dos Compson, em O som e a fúria; da vida trágica de Joe Christmas, em Luz em agosto; e região por onde avança a ferrovia John Sartoris, assim batizada em homenagem ao coronel morto na Guerra da Secessão (Sartoris).
Estilisticamente, a literatura de Faulkner se caracteriza pela escrita complexa, com longos parágrafos aninhando longos períodos com pontuação irregular, esparsa, senão inexistente, intercalados não raras vezes por parênteses e travessões que acolhem outros longos períodos. Essa maneira de escrever, típica do stream of consciousness (o “fluxo de consciência”, técnica narrativa inaugurada por Proust e refinada por Joyce, Woolf e outros escritores identificados com o Modernismo) exige do leitor cumplicidade e capacidade de concentração.

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