A Teoria do Caos – Pierre Schelle

A Teoria do Caos – Pierre Schelle

Uma borboleta que bate asas na China pode provocar um tornado em Nova York… Esta frase, que vem sendo citada por ambientalistas nas últimas décadas, é uma interpretação popular para uma teoria que vem se fortalecendo e ganhando espaço – desde as universidades aos livros de auto-ajuda: a Teoria do Caos ou Teoria da Complexidade.

Esta teoria foi citada pela primeira vez em 1963 pelo meteorologista Edward Lorenz, do Instituto de Tecnolgia de Massachusetts. Lorenz desenvolvia um modelo que simulava em computador a evolução de mudanças climáticas. A partir de valores iniciais de vento e temperatura, o computador fazia uma simulação da previsão do tempo.

Ele imaginava que pequenas modificações nas condições iniciais acarretariam alterações também pequenas na evolução do quadro como um todo. Mas, para a supresa de Lorenz, o estudo mostrou que mudanças infinitesimais nas entradas poderiam ocasionar alterações drásticas nas condições futuras do tempo. Uma leve brisa em Nevada, a queda de 1 grau na temperatura no oceano… podem ter uma repercussão ampliada em outro lugar do planeta.

O nome Efeito Borboleta (que está diretamente associado à Teoria) é resultado da representação gráfica do modelo matemático criado pelo computador e que se assemelha às asas do inseto. A teoria revolucionou a compreensão de causa X efeito – como a Ciência sempre encarou a natureza – e abriu espaço para novas formas de compreensão do universo.

A partir da premissa de que o mundo funciona como uma complexa rede onde fios – quase invisíveis – estão conectados, o desenhista francês Pierre Schelle criou uma Graphic Novel inovadora: A Teoria do Caos, lançada na França em 2001, após cinco anos de trabalho. O trabalho é inovador ao propor uma narrativa rara para os quadrinhos: a completa ausência de diálogos ou textos.

Algo semelhante ao que o artista Peter Kuper havia feito na década de 80, com a história “O sistema”. O esforço e esmero técnico de Pierre Schelle são recompensados. O traço do artista é refinado, detalhista e atento à complexidade de cada quadro. O resultado se assemelha a um novelo que vai lentamente sendo desenrolado.

Todos os personagens e acontecimentos estão ligados entre si… O autor faz uma proposta ao leitor e elabora o roteiro da história de modo a brincar com os conceitos.

Uma borboleta que bate asas na China pode provocar um tornado em Nova York… Esta frase, que vem sendo citada por ambientalistas nas últimas décadas, é uma interpretação popular para uma teoria que vem se fortalecendo e ganhando espaço – desde as universidades aos livros de auto-ajuda: a Teoria do Caos ou Teoria da Complexidade.

Esta teoria foi citada pela primeira vez em 1963 pelo meteorologista Edward Lorenz, do Instituto de Tecnolgia de Massachusetts. Lorenz desenvolvia um modelo que simulava em computador a evolução de mudanças climáticas. A partir de valores iniciais de vento e temperatura, o computador fazia uma simulação da previsão do tempo.

Ele imaginava que pequenas modificações nas condições iniciais acarretariam alterações também pequenas na evolução do quadro como um todo. Mas, para a supresa de Lorenz, o estudo mostrou que mudanças infinitesimais nas entradas poderiam ocasionar alterações drásticas nas condições futuras do tempo. Uma leve brisa em Nevada, a queda de 1 grau na temperatura no oceano… podem ter uma repercussão ampliada em outro lugar do planeta.

O nome Efeito Borboleta (que está diretamente associado à Teoria) é resultado da representação gráfica do modelo matemático criado pelo computador e que se assemelha às asas do inseto. A teoria revolucionou a compreensão de causa X efeito – como a Ciência sempre encarou a natureza – e abriu espaço para novas formas de compreensão do universo.

A partir da premissa de que o mundo funciona como uma complexa rede onde fios – quase invisíveis – estão conectados, o desenhista francês Pierre Schelle criou uma Graphic Novel inovadora: A Teoria do Caos, lançada na França em 2001, após cinco anos de trabalho. O trabalho é inovador ao propor uma narrativa rara para os quadrinhos: a completa ausência de diálogos ou textos.

Algo semelhante ao que o artista Peter Kuper havia feito na década de 80, com a história “O sistema”. O esforço e esmero técnico de Pierre Schelle são recompensados. O traço do artista é refinado, detalhista e atento à complexidade de cada quadro. O resultado se assemelha a um novelo que vai lentamente sendo desenrolado.

Todos os personagens e acontecimentos estão ligados entre si… O autor faz uma proposta ao leitor e elabora o roteiro da história de modo a brincar com os conceitos.

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