A Rival de Arsene Lupin – Maurice Leblanc

A Rival de Arsene Lupin – Maurice Leblanc

Merece este romance figurar na coleção das AVENTURAS EXTRAORDINÁRIAS, porque Doroteia, tipo inesquecível de energia, sagacidade, espírito e graça, é a digna rival de Arsène Lupin.

Dançarina de corda, diretora de circo, amazona, leitora de cartas, “cow-girl”, cigana, saltimbanca, enfermeira, investigadora princesa… Doroteia é isso tudo, e é também a mais simples e a mais engenhosa das heroínas. Sempre alegre, contente da vida, valente, intrépida, sem outra arma além da sua inteligência clara, sem outro auxílio que os dos quatro orfãozinhos de guerra que ela acolheu, é amada por todos os homens, deslinda as mais complicadas intrigas, escapa às ciladas mais habilmente preparadas e alcança os mais difíceis alvos, tanto por processos que lembram a mestria de Arsène Lupin quanto por um modo de ver, compreender, decidir e vencer que lhe é pessoal.

Rimos com suas respostas, comovemo-nos com as suas tribulações, trememos pelos perigos que ela corre. E gostamos dela, Doroteia, a dançarina de corda, a Rival de Arsène Lupin, como da mais encantadora das amigas.

Mas não esperem neste livro embates entre Lupin e esta suposta rival. Não há. Como disse o editor Francis Lacassin (1931-2008), especialista em Maurice Leblanc, Dorothée é um desses personagens que permitem o prolongamento da carreira de Arsène Lupin: “Um romance sobre o qual a sombra de Lupin não para de voejar; o ladrão de casaca observa, dos bastidores, Dorothée resolver o primeiro dos quatro enigmas de Cagliostro (…)”. Desta vez, é um avatar de saias, que reúne a alegria, a intuição, a perspicácia, a generosidade e o espírito de independência do célebre aventureiro.

A Rival de Arsene Lupin – Maurice LeblancMerece este romance figurar na coleção das AVENTURAS EXTRAORDINÁRIAS, porque Doroteia, tipo inesquecível de energia, sagacidade, espírito e graça, é a digna rival de Arsène Lupin.

Dançarina de corda, diretora de circo, amazona, leitora de cartas, “cow-girl”, cigana, saltimbanca, enfermeira, investigadora princesa… Doroteia é isso tudo, e é também a mais simples e a mais engenhosa das heroínas. Sempre alegre, contente da vida, valente, intrépida, sem outra arma além da sua inteligência clara, sem outro auxílio que os dos quatro orfãozinhos de guerra que ela acolheu, é amada por todos os homens, deslinda as mais complicadas intrigas, escapa às ciladas mais habilmente preparadas e alcança os mais difíceis alvos, tanto por processos que lembram a mestria de Arsène Lupin quanto por um modo de ver, compreender, decidir e vencer que lhe é pessoal.

Rimos com suas respostas, comovemo-nos com as suas tribulações, trememos pelos perigos que ela corre. E gostamos dela, Doroteia, a dançarina de corda, a Rival de Arsène Lupin, como da mais encantadora das amigas.

Mas não esperem neste livro embates entre Lupin e esta suposta rival. Não há. Como disse o editor Francis Lacassin (1931-2008), especialista em Maurice Leblanc, Dorothée é um desses personagens que permitem o prolongamento da carreira de Arsène Lupin: “Um romance sobre o qual a sombra de Lupin não para de voejar; o ladrão de casaca observa, dos bastidores, Dorothée resolver o primeiro dos quatro enigmas de Cagliostro (…)”. Desta vez, é um avatar de saias, que reúne a alegria, a intuição, a perspicácia, a generosidade e o espírito de independência do célebre aventureiro.