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A Revolta de Atlas – Ayn Rand

Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar?

Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar?

 

 

1 comentário em “A Revolta de Atlas – Ayn RandAdicione o seu →

  1. Baita livro. Estou lendo há algumas semanas.

    Ele demonstra o que acontece quando se despreza os empresários e se apóia o "aspecto social" da economia. As empresas vão minguando e no final das contas, os empregados ficam sem empregos.

    Algo parecido aconteceu em Porto Alegre: 30% da população anda de graça nos ônibus graças a leis malucas (idosos que poderiam pagar, estudantes que pagam metade do preço, doentes mentais, militares, carteiros e assim vai). Além disso, foi instituído o dia de passe livre: qualquer um anda de graça de ônibus uma vez por mês.

    Quando tentaram aumentar a tarifa pra sustentar essas maluquices (e os constantes aumentos de tudo, graças à inflação), foi grita generalizada.

    Ou seja, tudo pelo social, mas quem sustenta os empreendimentos?

    Leia. Recomendo firmemente.

    Smack

  2. É um livro seminal para manter afastado os delírios de que o socialismo e comunismo criam uma sociedade mais justa. Mas como a história nos ensina, acontece o inverso.

    Ayn Rand, que tinha horror a estas doutrinas, versou em romance seus ideais neste livro. Capitalistas se jactam de o terem como livro de cabeceira.

    A estória realmente é um líbelo do empreendimento humano e o quanto as pessoas tendem a destratar quem realmente proporciona a civilização funcionar a avançar. Como romance, o livro eventualmente escorrega num ou outro moralismo, e no final, se desprende em certos pontos do realismo e cai na fantasia – o que é natural, já que o livro é identificado como ficção científica.

    No fundo não deveríamos precisar de Ayn Rand – a história e a geopolítica já se encarregou de demonstrar como doutrinas sociais não se sustentam. Mas mesmo depois de mais de 50 da obra escrita, ela ainda nos alerta do perigo delas.

  3. Entendemos perfeitamente a necessidade de propaganda para que o site possa manter-se em pé. Contudo, forçar-nos a instalar esse aplicativo, principalmente, do Babylon, é um retrocesso tendo em vista a característica do site e dos usuários, que procuram mais liberdade na web. Nesse sentido, vejo essa iniciativa como muito ruim, podendo debandar usuários para outros sites mais livres. Essa não é a minha intenção, gosto deste site

  4. Caro Exilado, há a possibilidade de lançar essa série (e outras, como Millennium e LOTR) também como livros individuais?
    Obrigado pelo excelente site.

  5. Não se trata apenas de um romance sobre o capitalismo e socialismo. trata-se também, como plano de fundo, sobre a moral. se aproxima da critica de nieztche sobre a moral dos fortes e a dos fracos… os fracos sempre optam por piedade e ajuda aos mais necessitados, abrindo mão de suas caracteristicas individuais e fortes… os fortes querem conquistar e utilizar suas capacidades individuais, mas sao sempre interpretados como seres egoistas e individualistas … do ponto de vista social, lembra das ideias de tocqueville, sobre a tirania da maiorias. as super habilidades individuais sao ignoradas em detrimento da ditaduta da maioria e do “bem comum”. reprimem-se iniciativas individuais, e quem sofrem sao os genios e cientistas.

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