Romance

A Revolta de Atlas – Ayn Rand

Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar?

 

 

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  • persiomenezes
    17 de abril de 2013 - 07:12 | Permalink

    Obrigado!

  • 17 de abril de 2013 - 09:39 | Permalink

    Baita livro. Estou lendo há algumas semanas.

    Ele demonstra o que acontece quando se despreza os empresários e se apóia o "aspecto social" da economia. As empresas vão minguando e no final das contas, os empregados ficam sem empregos.

    Algo parecido aconteceu em Porto Alegre: 30% da população anda de graça nos ônibus graças a leis malucas (idosos que poderiam pagar, estudantes que pagam metade do preço, doentes mentais, militares, carteiros e assim vai). Além disso, foi instituído o dia de passe livre: qualquer um anda de graça de ônibus uma vez por mês.

    Quando tentaram aumentar a tarifa pra sustentar essas maluquices (e os constantes aumentos de tudo, graças à inflação), foi grita generalizada.

    Ou seja, tudo pelo social, mas quem sustenta os empreendimentos?

    Leia. Recomendo firmemente.

    Smack

  • Epamimondas
    17 de abril de 2013 - 10:17 | Permalink

    É um livro seminal para manter afastado os delírios de que o socialismo e comunismo criam uma sociedade mais justa. Mas como a história nos ensina, acontece o inverso.

    Ayn Rand, que tinha horror a estas doutrinas, versou em romance seus ideais neste livro. Capitalistas se jactam de o terem como livro de cabeceira.

    A estória realmente é um líbelo do empreendimento humano e o quanto as pessoas tendem a destratar quem realmente proporciona a civilização funcionar a avançar. Como romance, o livro eventualmente escorrega num ou outro moralismo, e no final, se desprende em certos pontos do realismo e cai na fantasia – o que é natural, já que o livro é identificado como ficção científica.

    No fundo não deveríamos precisar de Ayn Rand – a história e a geopolítica já se encarregou de demonstrar como doutrinas sociais não se sustentam. Mas mesmo depois de mais de 50 da obra escrita, ela ainda nos alerta do perigo delas.

  • Wesley
    17 de abril de 2013 - 10:19 | Permalink

    Entendemos perfeitamente a necessidade de propaganda para que o site possa manter-se em pé. Contudo, forçar-nos a instalar esse aplicativo, principalmente, do Babylon, é um retrocesso tendo em vista a característica do site e dos usuários, que procuram mais liberdade na web. Nesse sentido, vejo essa iniciativa como muito ruim, podendo debandar usuários para outros sites mais livres. Essa não é a minha intenção, gosto deste site

  • Aj Aguiar
    17 de abril de 2013 - 19:36 | Permalink

    Caro Exilado, há a possibilidade de lançar essa série (e outras, como Millennium e LOTR) também como livros individuais?
    Obrigado pelo excelente site.

    • Aj Aguiar
      17 de abril de 2013 - 21:30 | Permalink

      Eu, particularmente, agradeceria muito.

  • Lucas
    17 de abril de 2013 - 20:04 | Permalink

    Muito obrigado!

  • arthur
    19 de abril de 2013 - 11:34 | Permalink

    teria como postar "a nascente" da Ayn rand ?? n acho em lugar nenhum só em ingles

  • 13 de junho de 2013 - 20:06 | Permalink

    Não se trata apenas de um romance sobre o capitalismo e socialismo. trata-se também, como plano de fundo, sobre a moral. se aproxima da critica de nieztche sobre a moral dos fortes e a dos fracos… os fracos sempre optam por piedade e ajuda aos mais necessitados, abrindo mão de suas caracteristicas individuais e fortes… os fortes querem conquistar e utilizar suas capacidades individuais, mas sao sempre interpretados como seres egoistas e individualistas … do ponto de vista social, lembra das ideias de tocqueville, sobre a tirania da maiorias. as super habilidades individuais sao ignoradas em detrimento da ditaduta da maioria e do “bem comum”. reprimem-se iniciativas individuais, e quem sofrem sao os genios e cientistas.

  • Alessandra
    6 de janeiro de 2015 - 08:45 | Permalink

    Fantástico! Um dos melhores livros já escrito! Obrigada.

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