A Pequena Dorrit – Charles Dickens

A Pequena Dorrit – Charles Dickens

Um livro relativamente desconhecido de Charles Dickens: Little Dorrit, ou “A Pequena Dorrit”, que de pequena não tem nada, já que se trata de uma obra de mais de mil páginas, embora tenha sido escrito entre 1855 e 1857, seu tema central continua atualíssimo: Amy Dorrit é a filha caçula do presidiário William Dorrit, encarcerado na prisão de devedores de Marshalsea há mais de 20 anos. Note-se que na época de Dickens era este o destino de qualquer homem que não tivesse meio de saldar suas dívidas, tendo o próprio pai do autor passado por uma experiência similar na mesma prisão. Apesar de nascida e criada na prisão, Amy é, paradoxalmente, uma pessoa internamente livre, por não ser apegada ao excesso de materialismo que escravizam seu pai, o irmão jogador e a irmã mais velha, uma dançarina de cabaré vulgar e fútil.

A pequena Dorrit divide o pouco que ganha em seu trabalho de costureira com o pai e amigos, e desenvolve ao longo dos episódios uma fiel amizade com o filho de sua patroa, Arthur Clennam, um homem generoso que se revolta com as injustiças sociais a sua volta e vê em Amy um exemplo de coragem e determinação. Graças a uma complexa rede de intrigas por onde transitam vários personagens secundários tipicamente “Dickensianos”, os prováveis destinos de Amy e Arthur vão se invertendo de modo surpreendente.

A Pequena Dorrit – Charles DickensUm livro relativamente desconhecido de Charles Dickens: Little Dorrit, ou “A Pequena Dorrit”, que de pequena não tem nada, já que se trata de uma obra de mais de mil páginas, embora tenha sido escrito entre 1855 e 1857, seu tema central continua atualíssimo: Amy Dorrit é a filha caçula do presidiário William Dorrit, encarcerado na prisão de devedores de Marshalsea há mais de 20 anos. Note-se que na época de Dickens era este o destino de qualquer homem que não tivesse meio de saldar suas dívidas, tendo o próprio pai do autor passado por uma experiência similar na mesma prisão. Apesar de nascida e criada na prisão, Amy é, paradoxalmente, uma pessoa internamente livre, por não ser apegada ao excesso de materialismo que escravizam seu pai, o irmão jogador e a irmã mais velha, uma dançarina de cabaré vulgar e fútil.

A pequena Dorrit divide o pouco que ganha em seu trabalho de costureira com o pai e amigos, e desenvolve ao longo dos episódios uma fiel amizade com o filho de sua patroa, Arthur Clennam, um homem generoso que se revolta com as injustiças sociais a sua volta e vê em Amy um exemplo de coragem e determinação. Graças a uma complexa rede de intrigas por onde transitam vários personagens secundários tipicamente “Dickensianos”, os prováveis destinos de Amy e Arthur vão se invertendo de modo surpreendente.

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