A Paciência da Aranha – Andrea Camilleri

A Paciência da Aranha – Andrea Camilleri

Um dos mais emblemáticos detetives da literatura policial começa a sentir o peso dos anos. E da solidão. Mas como os vinhos que tanto aprecia, Salvo Montalbano ganha mais personalidade e sabor com o passar do tempo. Refinado, amante dos prazeres da boa mesa e avesso à violência, é com o mesmo intelecto aguçado com o qual resolve os mais intrincados mistérios que ele analisa sua própria trajetória.

Em A paciência da aranha, um comissário Montalbano triste e deprimido, atormentado por uma crise existencial, se pergunta: é possível um homem chegar ao fim da carreira e se rebelar contra tudo que lutou para manter? Convalescendo após um quase encontro com a morte em uma de suas aventuras anteriores, cuidado pela fiel e amada Lívia, reavalia suas crenças, a vida dedicada a uma justiça na qual não mais acredita cegamente.

Em meio a divagações morais, percebe que os criminosos que ajudou a prender são infelizes vítimas de um sistema também imperfeito. E às vezes aquilo que ele acreditava correto era considerado errado pela justiça. Então, seria melhor seguir a lei ou a própria consciência? Montalbano é retirado desse autoexame por um chamado de seus companheiros da força policial de Vigàta: uma moto fora roubada.

Sem entender por que o perturbariam por tão pouco, o inspetor logo descobre que junto com o veículo foi levada a bela universitária que o conduzia, Suzanne Mistretta. Apesar dos telefonemas anônimos à família e uma foto da menina sequestrada, Montalbano acredita haver mais por trás do caso. E só ele pode encontrar o fio de uma teia armada com paciência e crueldade…

 A Paciência da Aranha – Andrea Camilleri Andrea Camilleri

 A Paciência da Aranha – Andrea Camilleri Andrea Camilleri   Um dos mais emblemáticos detetives da literatura policial começa a sentir o peso dos anos. E da solidão. Mas como os vinhos que tanto aprecia, Salvo Montalbano ganha mais personalidade e sabor com o passar do tempo. Refinado, amante dos prazeres da boa mesa e avesso à violência, é com o mesmo intelecto aguçado com o qual resolve os mais intrincados mistérios que ele analisa sua própria trajetória.

Em A paciência da aranha, um comissário Montalbano triste e deprimido, atormentado por uma crise existencial, se pergunta: é possível um homem chegar ao fim da carreira e se rebelar contra tudo que lutou para manter? Convalescendo após um quase encontro com a morte em uma de suas aventuras anteriores, cuidado pela fiel e amada Lívia, reavalia suas crenças, a vida dedicada a uma justiça na qual não mais acredita cegamente.

Em meio a divagações morais, percebe que os criminosos que ajudou a prender são infelizes vítimas de um sistema também imperfeito. E às vezes aquilo que ele acreditava correto era considerado errado pela justiça. Então, seria melhor seguir a lei ou a própria consciência? Montalbano é retirado desse autoexame por um chamado de seus companheiros da força policial de Vigàta: uma moto fora roubada.

Sem entender por que o perturbariam por tão pouco, o inspetor logo descobre que junto com o veículo foi levada a bela universitária que o conduzia, Suzanne Mistretta. Apesar dos telefonemas anônimos à família e uma foto da menina sequestrada, Montalbano acredita haver mais por trás do caso. E só ele pode encontrar o fio de uma teia armada com paciência e crueldade…

 A Paciência da Aranha – Andrea Camilleri Andrea Camilleri

1 comentário em “A Paciência da Aranha – Andrea CamilleriAdicione o seu →

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *