A memória de uma amizade eterna – Gail Caldwell

A memória de uma amizade eterna – Gail Caldwell

Esta é a história de Gail e Caroline, duas amigas inseparáveis que só se desligaram fisicamente com a morte de uma delas.
Íntimas, com um passado coincidentemente perturbador – ambas foram alcoólatras –, as amigas tinham em comum a literatura – Caroline Knapp era escritora e colunista do The Boston Phoenix e Gail Caldwell, vencedora do Prêmio Pulitzer e crítica literária do The Boston Globe – e o amor por suas cadelas, Lucille e Clementine respectivamente. Logo no primeiro encontro, começaram a trocar confidências e o afeto que sentiam ficou ainda mais sólido quando conversaram sobre seus trabalhos. Lentamente, as amigas foram construindo uma troca afetiva substancial, mesmo que às vezes silenciosa.
Depois da morte da Caroline, Gail chegou à conclusão de que não teria outra amiga igual à ela. Ela confessa que demorou anos para compreender que a morte não quer dizer o ponto final de uma história. E acha que qualquer um de nós entra e sai da vida do outro não por causa da separação que a morte impõe, mas por causa da distância que se estabelece entre as duas pessoas. “Que Caroline fosse insubstituível era uma lealdade agridoce: sua morte era o que eu tinha agora.”
Segundo a revista Time, trata-se de “um livro de memórias perfeito: bonito, simples, emocionante e repleto de poderosos insights”.

Esta é a história de Gail e Caroline, duas amigas inseparáveis que só se desligaram fisicamente com a morte de uma delas.
Íntimas, com um passado coincidentemente perturbador – ambas foram alcoólatras –, as amigas tinham em comum a literatura – Caroline Knapp era escritora e colunista do The Boston Phoenix e Gail Caldwell, vencedora do Prêmio Pulitzer e crítica literária do The Boston Globe – e o amor por suas cadelas, Lucille e Clementine respectivamente. Logo no primeiro encontro, começaram a trocar confidências e o afeto que sentiam ficou ainda mais sólido quando conversaram sobre seus trabalhos. Lentamente, as amigas foram construindo uma troca afetiva substancial, mesmo que às vezes silenciosa.
Depois da morte da Caroline, Gail chegou à conclusão de que não teria outra amiga igual à ela. Ela confessa que demorou anos para compreender que a morte não quer dizer o ponto final de uma história. E acha que qualquer um de nós entra e sai da vida do outro não por causa da separação que a morte impõe, mas por causa da distância que se estabelece entre as duas pessoas. “Que Caroline fosse insubstituível era uma lealdade agridoce: sua morte era o que eu tinha agora.”
Segundo a revista Time, trata-se de “um livro de memórias perfeito: bonito, simples, emocionante e repleto de poderosos insights”.

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