A mão livre: Humor depois de Charlie Hebdo

A mão livre: Humor depois de Charlie Hebdo

No dia 7 de janeiro, terroristas armados invadiram a redação do jornal Charlie Hebdo, em Paris, e assassinaram doze pessoas, entre elas os cartunistas Tignous, Cabu, Honoré, Charb e Wolinski. O massacre foi uma resposta às provocações religiosas publicadas no Charlie, um jornal satírico e corrosivo que fez sua história com um humor sem concessões.

Nos dias seguintes, dezenas de artistas brasileiros e do mundo inteiro se manifestaram na imprensa e nas redes sociais. O que se viu foi uma pluralidade de vozes e pontos de vista. Houve homenagens e indignação, mas também debates acalorados sobre humor e religião, intolerância e xenofobia.

“A mão livre” nasceu de uma tentativa de dar conta dessa diversidade de opiniões. Mais do que uma homenagem ao Charlie, a proposta foi que os autores discutissem os limites da liberdade de expressão. Eles puderam escolher entre uma ou duas páginas e ficaram livres para mandar histórias, charges ou ilustrações. O resultado é um rico panorama do quadrinho brasileiro e do caleidoscópio de opiniões, certezas e incertezas que o massacre do Charlie Hebdo provocou.

No dia 7 de janeiro, terroristas armados invadiram a redação do jornal Charlie Hebdo, em Paris, e assassinaram doze pessoas, entre elas os cartunistas Tignous, Cabu, Honoré, Charb e Wolinski. O massacre foi uma resposta às provocações religiosas publicadas no Charlie, um jornal satírico e corrosivo que fez sua história com um humor sem concessões.

Nos dias seguintes, dezenas de artistas brasileiros e do mundo inteiro se manifestaram na imprensa e nas redes sociais. O que se viu foi uma pluralidade de vozes e pontos de vista. Houve homenagens e indignação, mas também debates acalorados sobre humor e religião, intolerância e xenofobia.

“A mão livre” nasceu de uma tentativa de dar conta dessa diversidade de opiniões. Mais do que uma homenagem ao Charlie, a proposta foi que os autores discutissem os limites da liberdade de expressão. Eles puderam escolher entre uma ou duas páginas e ficaram livres para mandar histórias, charges ou ilustrações. O resultado é um rico panorama do quadrinho brasileiro e do caleidoscópio de opiniões, certezas e incertezas que o massacre do Charlie Hebdo provocou.

 

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