A Madona de Cedro – Antonio Callado

A Madona de Cedro – Antonio Callado

A madona de cedro, segundo romance de Antonio Callado, publicado em 1957, foi passo decisivo na construção do universo ficcional do autor. Podem-se ver nele as bases da linguagem e do universo romanesco que seriam marca registrada de Callado, e que atingiriam seu auge em Quarup e Sempreviva. O romance é uma batalha psicológica dentro de Delfino, que precisa lidar com as implicações morais de seu ato: remorso, culpa, expiação. Sem perder o vigor de um bom policial, o romance de Callado segue dinâmico. A volta de Adriano, a encarnação do príncipe das trevas, força Delfino a enfrentar de modo definitivo seu drama.

A madona de cedro, segundo romance de Antonio Callado, publicado em 1957, foi passo decisivo na construção do universo ficcional do autor. Podem-se ver nele as bases da linguagem e do universo romanesco que seriam marca registrada de Callado, e que atingiriam seu auge em Quarup e Sempreviva. O romance é uma batalha psicológica dentro de Delfino, que precisa lidar com as implicações morais de seu ato: remorso, culpa, expiação. Sem perder o vigor de um bom policial, o romance de Callado segue dinâmico. A volta de Adriano, a encarnação do príncipe das trevas, força Delfino a enfrentar de modo definitivo seu drama.

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