A Lança do Deserto – Ciclo da Noite dos Demónios #02 – Peter V. Brett

A Lança do Deserto – Ciclo da Noite dos Demónios #02 – Peter V. Brett

O Sol põe-se sobre a Humanidade. A noite pertence agora a demônios vorazes que se materializam com a escuridão e que caçam, sem tréguas, uma população quase extinta, forçada a acobardar-se atrás da segurança de guardas de poder semi-esquecidas. Mas estas guardas apenas servem para manter os demônios à distância e as lendas falam de um Libertador; um general, alguns chamar-lhe-iam profeta, que em tempos uniu a Humanidade e derrotou os demônios. No entanto esses tempos, se alguma vez existiram, pertencem a um passado distante. Os demônios estão de volta e o Libertador é apenas um mito… Ou será que não? Do deserto vem Ahmann Jardir, que transformou as tribos guerreiras de Krasia num exército que extermina os demônios. Ele autoproclamou-se Shar’Dama Ka, O Libertador, e traz consigo armas ancestrais – uma lança e uma coroa – que atribuem credibilidade à sua pretensão. Ao jurar seguir os passos do primeiro Libertador, ele veio para Norte a fim de unir as cidades-estado numa força única que lutará contra os demônios, quer elas queiram quer não. Mas os habitantes do Norte afirmam possuir o seu próprio Libertador, Arlen, que todos conhecem por O Homem Pintado, uma figura obscura com a pele tatuada com guardas tão poderosas que se tornou um oponente temível a qualquer demônio. O Homem Pintado nega ser o Libertador, no entanto as suas ações falam mais alto que as suas palavras, ensinando homens e mulheres a enfrentar os seus medos e a oporem-se ás criaturas que os atormentam há séculos. Em tempos o Shar´Dama Ka e O Homem Pintado foram amigos, irmãos de armas, mas agora são adversários ferozes. Apanhados na contenda estão Renna, uma jovem que é levada até aos limites da resistência humana; Leesha, uma jovem e orgulhosa herbanária cujos dotes de guardadora superam os do próprio Homem Pintado; e Roger, um jogral com um dote para a música que acalma os demónios, ou os leva a tamanho frenesi que se atacam uns aos outros. Mas enquanto as velhas alianças são testadas e as novas se estabelecem, surge uma nova espécie de demônio, mais inteligente e mortífero do que qualquer outro alguma vez visto.

O Sol põe-se sobre a Humanidade. A noite pertence agora a demônios vorazes que se materializam com a escuridão e que caçam, sem tréguas, uma população quase extinta, forçada a acobardar-se atrás da segurança de guardas de poder semi-esquecidas. Mas estas guardas apenas servem para manter os demônios à distância e as lendas falam de um Libertador; um general, alguns chamar-lhe-iam profeta, que em tempos uniu a Humanidade e derrotou os demônios. No entanto esses tempos, se alguma vez existiram, pertencem a um passado distante. Os demônios estão de volta e o Libertador é apenas um mito… Ou será que não? Do deserto vem Ahmann Jardir, que transformou as tribos guerreiras de Krasia num exército que extermina os demônios. Ele autoproclamou-se Shar’Dama Ka, O Libertador, e traz consigo armas ancestrais – uma lança e uma coroa – que atribuem credibilidade à sua pretensão. Ao jurar seguir os passos do primeiro Libertador, ele veio para Norte a fim de unir as cidades-estado numa força única que lutará contra os demônios, quer elas queiram quer não. Mas os habitantes do Norte afirmam possuir o seu próprio Libertador, Arlen, que todos conhecem por O Homem Pintado, uma figura obscura com a pele tatuada com guardas tão poderosas que se tornou um oponente temível a qualquer demônio. O Homem Pintado nega ser o Libertador, no entanto as suas ações falam mais alto que as suas palavras, ensinando homens e mulheres a enfrentar os seus medos e a oporem-se ás criaturas que os atormentam há séculos. Em tempos o Shar´Dama Ka e O Homem Pintado foram amigos, irmãos de armas, mas agora são adversários ferozes. Apanhados na contenda estão Renna, uma jovem que é levada até aos limites da resistência humana; Leesha, uma jovem e orgulhosa herbanária cujos dotes de guardadora superam os do próprio Homem Pintado; e Roger, um jogral com um dote para a música que acalma os demónios, ou os leva a tamanho frenesi que se atacam uns aos outros. Mas enquanto as velhas alianças são testadas e as novas se estabelecem, surge uma nova espécie de demônio, mais inteligente e mortífero do que qualquer outro alguma vez visto.

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