A inocência do Padre Brown – G. K. Chesterton

A inocência do Padre Brown – G. K. Chesterton

“A técnica central que utiliza Chesterton, nestas histórias de mistério, é a de um grande criador: o enigma que o detetive elucida se baseia numa idéia central simples, como diz o próprio autor no apêndice da presente edição: “Como escrever uma História de Detetive”. (…) Não se oculta do leitor nenhuma informação, ao contrário do que amiúde acontece nas tramas policiais; e o criminoso aparece sempre entre os “atores principais”. Nisto reside sua maestria e o verdadeiro interesse das histórias: em criar disfarces verossímeis, ams inesperados (…)”.

“O Padre Brown é quase uma espécie de antiprotagonista. Poucas pinceladas, uma indumentária simplíssima e essa qualidade permanente de não sobressair desenham o impreciso sacerdote. Também o método do nosso detetive é original e diferente do que seus pares Auguste Dupin ou Sherlock Holmes: é o método de alguém que, como uma sombra ou silhueta, contempla os fatos de um segundo plano, como um “móvel” afastado num cômodo, e cujos raciocínios são expostos sem alarde nem relevo – e o mais das vezes com fina ironia”.

– Rosa Nougué

“A técnica central que utiliza Chesterton, nestas histórias de mistério, é a de um grande criador: o enigma que o detetive elucida se baseia numa idéia central simples, como diz o próprio autor no apêndice da presente edição: “Como escrever uma História de Detetive”. (…) Não se oculta do leitor nenhuma informação, ao contrário do que amiúde acontece nas tramas policiais; e o criminoso aparece sempre entre os “atores principais”. Nisto reside sua maestria e o verdadeiro interesse das histórias: em criar disfarces verossímeis, ams inesperados (…)”.

“O Padre Brown é quase uma espécie de antiprotagonista. Poucas pinceladas, uma indumentária simplíssima e essa qualidade permanente de não sobressair desenham o impreciso sacerdote. Também o método do nosso detetive é original e diferente do que seus pares Auguste Dupin ou Sherlock Holmes: é o método de alguém que, como uma sombra ou silhueta, contempla os fatos de um segundo plano, como um “móvel” afastado num cômodo, e cujos raciocínios são expostos sem alarde nem relevo – e o mais das vezes com fina ironia”.

– Rosa Nougué

 

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