A hora terna do crepúsculo – Richard Seaver

A hora terna do crepúsculo – Richard Seaver

Richard Seaver desempenhou um papel vital na descoberta da França pelos Estados Unidos, e vice-versa, nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. Estas memórias fascinantes de sua carreira como editor são repletas de participações inesperadas de personagens notáveis como Ionesco, Genet, William S. Burroughs, Buster Keaton e Henry Miller. Organizado pela viúva de Seaver, Jeannette, A hora terna do crepúsculo finalmente ilumina toda a carreira desse influente editor.

Glamouroso e culto, Seaver viveu em Paris nos anos 1950, onde ficou amigo de Samuel Beckett e Eugene Ionesco, e em Nova York nos anos 1960, onde combateu a censura e publicou autores como William S. Burroughs, Henry Miller e D.H. Lawrence. Ele foi o que todo escritor gostaria que seu editor fosse: cosmopolita, leal, sensível a valores estéticos, e feroz defensor da liberdade de expressão.

Nos anos 1960, ele editou Almoço nu, de Burroughs, na Grove Press de Nova York, levou Beckett para assistir a um jogo dos Mets e até mesmo acompanhou Genet durante a convenção dos Democratas em Chicago, em 1968.

Um editor lendário com uma carreira que se tornaria próspera e destacada por mais cinquenta anos na cidade de Nova York. Segundo Peter Matthiessen, o livro é “uma contribuição muito valiosa para a história do mundo editorial norte-americano escrita por um grande editor que se revela ao mesmo tempo um excelente escritor”.

Richard Seaver desempenhou um papel vital na descoberta da França pelos Estados Unidos, e vice-versa, nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. Estas memórias fascinantes de sua carreira como editor são repletas de participações inesperadas de personagens notáveis como Ionesco, Genet, William S. Burroughs, Buster Keaton e Henry Miller. Organizado pela viúva de Seaver, Jeannette, A hora terna do crepúsculo finalmente ilumina toda a carreira desse influente editor.

Glamouroso e culto, Seaver viveu em Paris nos anos 1950, onde ficou amigo de Samuel Beckett e Eugene Ionesco, e em Nova York nos anos 1960, onde combateu a censura e publicou autores como William S. Burroughs, Henry Miller e D.H. Lawrence. Ele foi o que todo escritor gostaria que seu editor fosse: cosmopolita, leal, sensível a valores estéticos, e feroz defensor da liberdade de expressão.

Nos anos 1960, ele editou Almoço nu, de Burroughs, na Grove Press de Nova York, levou Beckett para assistir a um jogo dos Mets e até mesmo acompanhou Genet durante a convenção dos Democratas em Chicago, em 1968.

Um editor lendário com uma carreira que se tornaria próspera e destacada por mais cinquenta anos na cidade de Nova York. Segundo Peter Matthiessen, o livro é “uma contribuição muito valiosa para a história do mundo editorial norte-americano escrita por um grande editor que se revela ao mesmo tempo um excelente escritor”.

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