A História Secreta do Mundo – Jonathan Black

A História Secreta do Mundo – Jonathan Black

E se a história que conhecemos for apenas a versão que prevaleceu após séculos de disputa entre filosofias opostas? A questão é o centro do livro A história secreta do mundo, de Jonathan Black, que resgata as origens do pensamento filosófico esotérico e reconta a história da Terra e das civilizações segundo a versão idealista e mística dos seguidores destas doutrinas, que deixaram marcas nas religiões monoteístas, nas artes e até nas ciências, e sobreviveram no ambiente fechado das escolas de mistérios e sociedades secretas, entre as quais os rosa-cruzes, os cavaleiros templários e os maçons. Por meio do conhecimento antigo e instintivo da filosofia esotérica, explica Black, é possível compreender as coincidências religiosas, sociais e até arquitetônicas entre povos distantes no tempo e no espaço como egípcios, sumérios, astecas, celtas e os primeiros hindus. Black mostra como as sociedades antigas tinham conhecimento profundo de astrologia e matemática, especulavam sobre o surgimento do universo e do planeta Terra e tinham noção da teoria da evolução das espécies, séculos antes de Charles Darwin. Todo este conhecimento foi transmitido de forma alegórica por meio de narrativas mitológicas, até que a forma predominante de se relacionar com o mundo se alterou do idealismo – em que a percepção da realidade era mais importante do que a realidade de fato – para o materialismo. Esta mudança é ilustrada por Platão – ele mesmo um iniciado em uma escola de mistérios – em sua teoria da caverna. O autor revela o conhecimento de fórmulas químicas e matemáticas secretas que influenciaram as ciências, as artes e a arquitetura, permitindo o surgimento do teatro e da estatuária gregas e agindo como motor de movimentos da importância da renascença italiana e da revolução americana. Black aponta entre os iniciados nos mistérios nomes como William Shakespeare, Napoleão, Rabelais, Pablo Picasso, Leonardo da Vinci e até o físico Isaac Newton, entre outros, sustentando seu ponto de vista com passagens biográficas e pela análise de suas obras. Obras como A Divina Comédia, de Dante Alighieri, e Dom Quixote, de Cervantes, ambos conhecedores dos mistérios, conteriam descrições alegóricas de rituais de iniciação.

E se a história que conhecemos for apenas a versão que prevaleceu após séculos de disputa entre filosofias opostas? A questão é o centro do livro A história secreta do mundo, de Jonathan Black, que resgata as origens do pensamento filosófico esotérico e reconta a história da Terra e das civilizações segundo a versão idealista e mística dos seguidores destas doutrinas, que deixaram marcas nas religiões monoteístas, nas artes e até nas ciências, e sobreviveram no ambiente fechado das escolas de mistérios e sociedades secretas, entre as quais os rosa-cruzes, os cavaleiros templários e os maçons. Por meio do conhecimento antigo e instintivo da filosofia esotérica, explica Black, é possível compreender as coincidências religiosas, sociais e até arquitetônicas entre povos distantes no tempo e no espaço como egípcios, sumérios, astecas, celtas e os primeiros hindus. Black mostra como as sociedades antigas tinham conhecimento profundo de astrologia e matemática, especulavam sobre o surgimento do universo e do planeta Terra e tinham noção da teoria da evolução das espécies, séculos antes de Charles Darwin. Todo este conhecimento foi transmitido de forma alegórica por meio de narrativas mitológicas, até que a forma predominante de se relacionar com o mundo se alterou do idealismo – em que a percepção da realidade era mais importante do que a realidade de fato – para o materialismo. Esta mudança é ilustrada por Platão – ele mesmo um iniciado em uma escola de mistérios – em sua teoria da caverna. O autor revela o conhecimento de fórmulas químicas e matemáticas secretas que influenciaram as ciências, as artes e a arquitetura, permitindo o surgimento do teatro e da estatuária gregas e agindo como motor de movimentos da importância da renascença italiana e da revolução americana. Black aponta entre os iniciados nos mistérios nomes como William Shakespeare, Napoleão, Rabelais, Pablo Picasso, Leonardo da Vinci e até o físico Isaac Newton, entre outros, sustentando seu ponto de vista com passagens biográficas e pela análise de suas obras. Obras como A Divina Comédia, de Dante Alighieri, e Dom Quixote, de Cervantes, ambos conhecedores dos mistérios, conteriam descrições alegóricas de rituais de iniciação.

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