A História de Dona Redonda e da sua Gente – Vol. 1 – Virgínia de Castro e Almeida

A História de Dona Redonda e da sua Gente – Vol. 1 – Virgínia de Castro e Almeida

Chico, ao passear um dia na sua bicicleta pelas imediações de uma floresta, encontra dois meninos a brincar. Franz (um rapaz alemão) e Dick (um rapaz inglês), são duas das muitas crianças de toda a Europa que foram mandadas, pelos pais, para Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, pois o país posicionara-se como neutro ao conflito e apresentava-se como um local seguro a ataques armados. Completamente alheios à guerra dos pais, as crianças brincam entre si e acabam por entrar pela floresta adentro. Sem se aperceberem, entram num mundo diferente, fantástico, povoado por personagens estranhas, como dragões voadores, robôs amáveis e animais falantes. Como uma espécie de matriarca desse mundo vive aí a Dona Redonda que em companhia dos rapazes, da sua amiga Dona Maluka e de uma menina de cor chamada Zipriti, vai viver uma série de peripécia mirabolantes.

Publicada em 1942, esta obra têm a particularidade de ser o primeiro romance de literatura fantástica infantil de um autor português e faz parte de uma série de dois livros.

Inspirada, como a própria o afirma no prefácio, na obra de Lewis Carrol, Virgínia de Castro Almeida elaborou uma história ao estilo do ”nonsense”, ou seja, sem sentido; onde os acontecimentos e situações ocorrem sem grande explicação ou propósito e onde as personagens deambulam de peripécias em peripécia com o mero objetivo de estimular a imaginação e a criatividade. Como a mesma o diz: onde “o maravilhoso, o sonho, a fantasia, o génio, fundem-se e animam a matéria.”

Chico, ao passear um dia na sua bicicleta pelas imediações de uma floresta, encontra dois meninos a brincar. Franz (um rapaz alemão) e Dick (um rapaz inglês), são duas das muitas crianças de toda a Europa que foram mandadas, pelos pais, para Portugal durante a Segunda Guerra Mundial, pois o país posicionara-se como neutro ao conflito e apresentava-se como um local seguro a ataques armados. Completamente alheios à guerra dos pais, as crianças brincam entre si e acabam por entrar pela floresta adentro. Sem se aperceberem, entram num mundo diferente, fantástico, povoado por personagens estranhas, como dragões voadores, robôs amáveis e animais falantes. Como uma espécie de matriarca desse mundo vive aí a Dona Redonda que em companhia dos rapazes, da sua amiga Dona Maluka e de uma menina de cor chamada Zipriti, vai viver uma série de peripécia mirabolantes.

Publicada em 1942, esta obra têm a particularidade de ser o primeiro romance de literatura fantástica infantil de um autor português e faz parte de uma série de dois livros.

Inspirada, como a própria o afirma no prefácio, na obra de Lewis Carrol, Virgínia de Castro Almeida elaborou uma história ao estilo do ”nonsense”, ou seja, sem sentido; onde os acontecimentos e situações ocorrem sem grande explicação ou propósito e onde as personagens deambulam de peripécias em peripécia com o mero objetivo de estimular a imaginação e a criatividade. Como a mesma o diz: onde “o maravilhoso, o sonho, a fantasia, o génio, fundem-se e animam a matéria.”