A Garra Cinzenta – Francisco Armond, Renato Silva

A Garra Cinzenta – Francisco Armond, Renato Silva

Na história passada em Nova York, Garra Cinzenta é um vilão, que apesar de não possuir nenhum poder, tem um grande conhecimento de vários ciências, como química, e o usa para fazer experiências em seus inimigos e também para matá-los. Não se sabe com certeza sua origem, sabendo-se apenas que foi um grande cientista no passado. Seu semblante é uma aterradora caveira, mas não sabemos se é uma mascara ou um acidente que deixou sua caveira exposta. Seus principais inimigos são os inspetores de polícia Higgins e Miller, que apesar de tentarem de tudo, nunca conseguem pegá-lo. Seus capangas são um gorila com um cérebro transplantado de um antigo amigo, o professor Cuberry; sua antiga secretária Katty, que sofreu lavagem cerebral e virou a Dama de Negro; e um robô construído pelo próprio Garra, chamado Flag, que apesar de ter enorme força, podia falar apenas por barulhos. Esta história foi publicada no suplemento Gazetinha do jornal A Gazeta com roteiros de Francisco Armond e arte de Renato Silva, entre 1937 e 1939, onde a série mostra uma forte influência dos pulps da época.

A Garra Cinzenta - Francisco Armond, Renato SilvaNa história passada em Nova York, Garra Cinzenta é um vilão, que apesar de não possuir nenhum poder, tem um grande conhecimento de vários ciências, como química, e o usa para fazer experiências em seus inimigos e também para matá-los. Não se sabe com certeza sua origem, sabendo-se apenas que foi um grande cientista no passado. Seu semblante  é uma aterradora caveira, mas não sabemos se é uma mascara ou um acidente que deixou sua caveira exposta. Seus principais inimigos são os inspetores de polícia Higgins e Miller, que apesar de tentarem de tudo, nunca conseguem pegá-lo. Seus capangas são um gorila com um cérebro transplantado de um antigo amigo, o professor Cuberry; sua antiga secretária Katty, que sofreu lavagem cerebral e virou a Dama de Negro; e um robô construído pelo próprio Garra, chamado Flag, que apesar de ter enorme força, podia falar apenas por barulhos. Esta história foi publicada no suplemento Gazetinha do jornal A Gazeta com roteiros de Francisco Armond e arte de Renato Silva, entre 1937 e 1939, onde a série mostra uma forte influência dos pulps da época.

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