A emparedada da Rua Nova – Carneiro Vilela

A emparedada da Rua Nova – Carneiro Vilela

A emparedada da Rua Nova, de Carneiro Vilela, é narrativa folhetinesca, dramática, cheia de lances de suspense, que retrata a sociedade da época a partir de escândalo familiar: relata o caso de uma jovem burguesa, engravidada pelo namorado e que foi emparedada viva em seu próprio quarto para encobrir uma possível “vergonha” familiar. O crime foi cometido num sobrado na Rua Nova, Recife, onde hoje está localizado um prédio que, segundo o neto do escritor, tem o número 200. Sendo provavelmente, ao lado dos romances de Mário Sette, uma das mais conhecidas obras desta coleção. O próprio Lucilo Varejão Filho já havia providenciado, na década de 1980, quando foi membro do Conselho de Cultura da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, uma edição do romance, esgotada. Carneiro Vilela foi escritor prolífico, autor de 14 romances, poemas, comédias, operetas e poesias. Jornalista, publicou vários dos seus romances na forma de folhetim, como A emparedada, publicado semanalmente, entre 1909 e 1912.

A emparedada da Rua Nova, de Carneiro Vilela, é narrativa folhetinesca, dramática, cheia de lances de suspense, que retrata a sociedade da época a partir de escândalo familiar: relata o caso de uma jovem burguesa, engravidada pelo namorado e que foi emparedada viva em seu próprio quarto para encobrir uma possível “vergonha” familiar. O crime foi cometido num sobrado na Rua Nova, Recife, onde hoje está localizado um prédio que, segundo o neto do escritor, tem o número 200. Sendo provavelmente, ao lado dos romances de Mário Sette, uma das mais conhecidas obras desta coleção. O próprio Lucilo Varejão Filho já havia providenciado, na década de 1980, quando foi membro do Conselho de Cultura da Fundação de Cultura da Cidade do Recife, uma edição do romance, esgotada. Carneiro Vilela foi escritor prolífico, autor de 14 romances, poemas, comédias, operetas e poesias. Jornalista, publicou vários dos seus romances na forma de folhetim, como A emparedada, publicado semanalmente, entre 1909 e 1912.