A Capital da Solidão – Roberto Pompeu de Toledo

A Capital da Solidão – Roberto Pompeu de Toledo

De todos os paradoxos de São Paulo, um dos maiores é o que oferece o cotejo de seu presente com o seu passado. A metrópole vertiginosa e trepidante de hoje nasceu distante, fora do alcance dos navios portugueses, escondida pela serra do Mar – uma barreira que foi obstáculo, mas também desafio a vencer, definindo a personalidade desta São Paulo obstinada e perturbadora.
Convidado pela editora Objetiva para escrever este livro, o jornalista Roberto Pompeu de Toledo mergulhou ao longo de quatro anos numa minuciosa pesquisa para reconstituir a história da primeira vila do interior do Brasil, até se tornar metrópole em 1900.
Em A Capital da Solidão, numa narrativa envolvente e reveladora, o leitor é convidado, capítulo a capítulo, a conhecer momentos cruciais da trajetória da cidade que, por mais de uma ocasião, esteve ameaçada de penosos retrocessos, senão de extinção, por motivo do abandono dos moradores, da precariedade de recursos e do que por vezes pareceu uma irremediável falta de futuro.

De todos os paradoxos de São Paulo, um dos maiores é o que oferece o cotejo de seu presente com o seu passado. A metrópole vertiginosa e trepidante de hoje nasceu distante, fora do alcance dos navios portugueses, escondida pela serra do Mar – uma barreira que foi obstáculo, mas também desafio a vencer, definindo a personalidade desta São Paulo obstinada e perturbadora.

Convidado pela editora Objetiva para escrever este livro, o jornalista Roberto Pompeu de Toledo mergulhou ao longo de quatro anos numa minuciosa pesquisa para reconstituir a história da primeira vila do interior do Brasil, até se tornar metrópole em 1900.

Em A Capital da Solidão, numa narrativa envolvente e reveladora, o leitor é convidado, capítulo a capítulo, a conhecer momentos cruciais da trajetória da cidade que, por mais de uma ocasião, esteve ameaçada de penosos retrocessos, senão de extinção, por motivo do abandono dos moradores, da precariedade de recursos e do que por vezes pareceu uma irremediável falta de futuro.

 

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