A Balada do Velho Marinheiro – Samuel T. Coleridge

A Balada do Velho Marinheiro – Samuel T. Coleridge

“A Balada do Velho Marinheiro” é o mais longo e emblemático poema do inglês Samuel Taylor Coleridge que, junto com seu conterrâneo William Wordsworth, é fundador do Romantismo.

O olhar apurado para a natureza externa, ao mesmo tempo centrado numa visão interna do artista como criador individual supremo nos oferece imagens poéticas em que a pintura verbal é mais psíquica que visual. A imagem é muito mais fruto da imaginação. Experimentam-se, nesta fase inicial do Romantismo, inovações tanto de conteúdo quanto de estilo e percebe-se uma preocupação com o místico, o subconsciente e o sobrenatural.

Coleridge abriu com as Baladas Líricas a grande estação do Romantismo inglês, matriz, por seu turno, de boa parte do imaginário romântico europeu. A rede simbólica desse momento inaugural da poesia moderna é traçada de fios díspares que a crítica ainda tenta desembaraçar. O fio principal parece vir do idealismo alemão, que deu à subjetividade a primazia no reino da criação, mas é na crítica elaborada pelos próprios poetas que devemos buscar a chave conceitual que abra a porta da melhor compreensão dos textos.

É preciso lembrar que Coleridge é considerado um dos pais fundadores da crítica literária inglesa: a sua Biografia Literária, tão apreciada pelo “new criticism” anglo-americano, é rica em conquistas conceituais, das quais a mais conhecida é a que distingue imaginação e fantasia.

A Balada do Velho Marinheiro - Samuel T. Coleridge“A Balada do Velho Marinheiro” é o mais longo e emblemático poema do inglês Samuel Taylor Coleridge que, junto com seu conterrâneo William Wordsworth, é fundador do Romantismo.
O olhar apurado para a natureza externa, ao mesmo tempo centrado numa visão interna do artista como criador individual supremo nos oferece imagens poéticas em que a pintura verbal é mais psíquica que visual. A imagem é muito mais fruto da imaginação. Experimentam-se, nesta fase inicial do Romantismo, inovações tanto de conteúdo quanto de estilo e percebe-se uma preocupação com o místico, o subconsciente e o sobrenatural.
Coleridge abriu com as Baladas Líricas a grande estação do Romantismo inglês, matriz, por seu turno, de boa parte do imaginário romântico europeu. A rede simbólica desse momento inaugural da poesia moderna é traçada de fios díspares que a crítica ainda tenta desembaraçar. O fio principal parece vir do idealismo alemão, que deu à subjetividade a primazia no reino da criação, mas é na crítica elaborada pelos próprios poetas que devemos buscar a chave conceitual que abra a porta da melhor compreensão dos textos.
É preciso lembrar que Coleridge é considerado um dos pais fundadores da crítica literária inglesa: a sua Biografia Literária, tão apreciada pelo “new criticism” anglo-americano, é rica em conquistas conceituais, das quais a mais conhecida é a que distingue imaginação e fantasia.

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